Toda vez que me perco de mim
arte têxtil e afetos
DOI:
https://doi.org/10.51359/2763-8693.2025.269027Palavras-chave:
arte têxtil, educação da cultura visual, artes visuais, autobiografia, afetosResumo
Trago aqui reflexões sobre a exposição “Toda vez que me perco de mim”, individual da artista/professora/pesquisadora Luciana Borre, oriunda do livro “Bordando afetos na formação docente” (2020), pesquisa em Artes desenvolvida pela artista no Departamento de Artes da UFPE e fomentada pelo Edital de Apoio à Pesquisa em Criação Artística – Proexc/UFPE (2019 e 2020). Entre os dias 16 de junho e 21 de setembro de 2025, pudemos conhecer dez trabalhos que atravessam diferentes suportes como bordados, tapeçarias, cologravuras, instalações, vídeo e livro-objeto, todos alinhados pela centralidade do têxtil como linguagem e como modo de narrar. O conjunto evidencia um processo de expansão sensível que se dá pela própria materialidade dos fios, marcando o início de uma série de desdobramentos têxteis e coletivos na trajetória da artista.
Referências
BORRE, Luciana. Bordando Afetos na Formação Docente. Conceição da Feira: Andarilha editora, 2020.
MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2022.
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