Leitura de uma anatomia: a poesia brasileira contemporânea e os ossos do ofício

Susanna Busato

Resumo


O que vem a ser a poesia contemporânea? Esta pergunta nunca cessa e, sempre presente incomoda, como este tempo do agora, que urge na sua presença transitória como um osso engatado na garganta do discurso crítico, pois já não podemos mais precisar com segurança a natureza daquilo que é fugidio, este hic et nunc da existência. Este prólogo é para desenhar a cautela com que minha leitura se manifesta diante de uma coletânea de poemas que, cada um a seu modo, marca sua presença neste ambiente do agora da poesia brasileira.

Reunidos aqui treze poetas e suas produções, o leque que abro à minha leitura é o de uma mostra muito pequena do que hoje é produzido no Brasil. Daí a dificuldade de traçar um juízo anatômico das linhas que sustentam essa poesia. Ainda que o exercício da leitura seja fadado à controvérsia iminente, ainda assim urge que seja feito.


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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i08p%25p

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Qualis (CAPES): B1-LETRAS / LINGUÍSTICA; B1-EDUCAÇÃO; B1-FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão FILOSOFIA; B1-INTERDISCIPLINAR; B3-CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS; B3-HISTÓRIA; B3-PSICOLOGIA; B5-EDUCAÇÃO FÍSICA; B5-ODONTOLOGIA; B5-SERVIÇO SOCIAL; C-ARTES / MÚSICA

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