Aquele sol noturno (tradução do conto de William Faulkner)

Sueli Cavendish

Resumo


A segunda-feira não é diferente de qualquer outro dia da semana em Jefferson agora. As ruas são pavimentadas agora, e o telefone e as companhias de eletricidade estão derrubando cada vez mais as árvores que sombreiam – os carvalhos d’água, os bordos e as alfarrobeiras e os olmos – para abrir espaço para os postes de ferro sustentando cachos de infladas e fantasmagóricas e inanimadas uvas, e temos uma lavanderia urbana que faz a coleta na segunda de manhã, empilhando as trouxas de roupa em caminhonetas especialmente fabricadas em cores coloridas e brilhantes: a roupa suja de uma semana inteira agora some como uma aparição por trás de buzinas elétricas alertas e irritadiças, com um longo e enfraquecido rumor de borracha e asfalto, como seda rasgada, e mesmo as mulheres Negras que ainda aceitam lavar a roupa dos brancos como antigamente, apanham-na e a entregam em automóveis. [...]

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i08p%25p



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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