O homem do cemitério

Augusto Rodrigues

Resumo


"Caminhando pelos corredores da estação de metrô mal iluminada, o botânico paulistano Adalberto olhava com uma mistura de asco e curiosidade para as paredes descascadas cobertas de pixações coloridas, dos dois lados do caminho que levava à luz do dia lá fora. A estação no bairro de Kreuzberg da grande metrópole européia era uma das várias pelas quais ele passava durante suas andanças pela cidade naquele dia, um dia de abril ensolarado, mas bastante fresco, em que o vento que soprava aqui e ali lhe enregelava a ponta do nariz e as orelhas descobertas. [...]"

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i02p%25p



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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