Máquinas que trituram indiferença - o teatro de Samuel Beckett

Claudia Maria De Vasconcellos

Resumo


O ensaio analisa duas estratégias do teatro de Beckett para desestabilizar hábitos estéticos do público e do próprio gênero artístico. A primeira, uma estratégia de estranhamento ao cânone, e portanto metateatral; a segunda, uma estratégia de imersão do público na obra, contra o hábito contemporâneo do distanciamento.


Palavras-chave


METATEATRO, SAMUEL BECKETT, HÁBITO

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i20p1-11



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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