Don Quijote y Max Estrella: dos caballeros, una misma bandera. (Elementos y argumentos para una relectura quijotesca de “Luces de bohemia”)

Juan Ignacio Jurado Centurión López

Resumo


A representação mais emblemática que nos resta até hoje do escritor Ramón María de Valle Inclán é certamente aquela que o retrata com a sua longa barba, o rosto afiado e magreza extrema, como se vê na estátua do escritor galego localizada na rua de Madri de La Castellana, muito perto do Café Gijón, lugar que o autor costumava frequentar. Esta imagem, por sua vez, leva-nos irremediavelmente à descrição que Miguel de Cervantes faz da sua personagem mais famosa e imortal: Dom Quixote. E será essa peculiar semelhança que coloca o ponto de partida do nosso argumento arriscado. Nas páginas a seguir, através de citações literárias dessas duas grandes obras da literatura e do pensamento de alguns críticos de renome, vamos observar uma série de aspectos que nos ajudarão a fazer uma releitura quixotesca de "Luces de Bohemia" e espero que os nossos argumentos sejam sólidos o suficiente para que essa reflexão não seja apenas uma leitura quixotesca, o produto de uma exegese forçada e fora de sintonia.

Palavras-chave


Século de Ouro: Geração de 98.

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i22p109-128



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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