Palavras acariciadas como as crinas dos cavalos: uma poesia filosoficamente selvagem

Daniel de Oliveira Gomes

Resumo


 

O presente ensaio pretende analisar a poesia de Chagas Levene, tomando a questão derridiana da animalidade, para entender o pressuposto de uma poesia filosoficamente selvagem, em Moçambique. Sua poesia remete, hoje, à contracultura e elementos críticos que promovem relações com Derrida, Foucault e Bataille, também, Van Gogh ou Gabriel o Pensador, quer seja, fronteiras múltiplas que sua poesia pode alcançar. Palavras-chave : poesia ; Chagas Levene; animalidade; Moçambique


Palavras-chave


Chagas Levene; Moçambique; poesia

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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i24p60%20-%2074



 

Qualis (CAPES): B1 (Quadriênio 2013-2016)

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