Mímesis e métis: a verossimilhança como instigadora da crença
DOI:
https://doi.org/10.51359/1982-6850.2024.265491Palavras-chave:
Crença, mímesis, verossimilhança, Luiz Costa Lima, Michel de CerteauResumo
Este artigo aproxima duas noções mestras da Antiguidade grega: mímesis e métis. A primeira, associada à composição poética, será estudada a partir da abordagem de Luiz Costa Lima, mas à qual a aproximação da noção de métis – sugerida por Michel de Certeau em seu A Invenção do cotidiano I – trará nuances. Em particular, por essa conjunção busca-se salientar a relação entre construção verbal da verossimilhança nas tragédias e epopeias, reviravolta e crença – sendo esta compreendida, junto a Michel de Certeau, como a disposição subjetiva a converter o possível em expectativa.
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