Saussure, Benveniste e o signo linguístico: Princípio único ou significação?

Rita de Caássia Dias Verdi Fumagalli

Resumo


Este estudo apresenta reflexões acerca da natureza do signo linguístico sob a perspectiva de Ferdinand de Saussure (2012) e de Émile Benveniste (2005 e 2006). A partir de uma pesquisa teórico-conceitual, busca-se refletir sobre a seguinte assertiva: Ao pôr em relevo a questão da significação, Benveniste procurou ir além da proposta teórica sobre a arbitrariedade do signo linguístico proposta por Ferdinand de Saussure? Considerando os princípios teóricos abordados verifica-se, essencialmente, que o signo linguístico para Saussure, além de caracterizar-se por ser composto de um significante e um significado, possui também como característica a arbitrariedade. Em oposição a este pensamento, Benveniste considera que a relação entre significante e significado não é uma relação de arbitrariedade, mas sim uma relação de necessidade. A partir dessas reflexões nota-se que as ideias de Saussure e Benveniste somam-se em alguns pontos e seguem caminhos diferentes em outros, questão que será evidenciada no decorrer deste trabalho.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i17p137-157

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




 

Qualis (CAPES): B1-LETRAS / LINGUÍSTICA; B1-EDUCAÇÃO; B1-FILOSOFIA/TEOLOGIA:subcomissão FILOSOFIA; B1-INTERDISCIPLINAR; B3-CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS; B3-HISTÓRIA; B3-PSICOLOGIA; B5-EDUCAÇÃO FÍSICA; B5-ODONTOLOGIA; B5-SERVIÇO SOCIAL; C-ARTES / MÚSICA

Diretórios:


Indexadores:

 

Directory of Open Access Journals


Associação de revistas acadêmicas latinoamericanas de humanidades e ciências sociais

Institucional