Dynamic Ecologies and the Biological Bases of Violence: A Critical Analysis of Jonathan Gottschall’s The Rape of Troy

John Atytalla

Resumo


Abstract: Jonathan Gottschall’s The Rape of Troy employs an array of interdisciplinary resources in order to explain the relentless cycle of Homeric war as emerging from the operations of evolutionary competition over reproductive resources. This paper suggests that considerations regarding the operations of psychological adaptations in Homo Sapiens will be greatly benefited from characterizing the socio-historical properties of human life in terms of a dynamic array of ecological niches. By characterizing human history as a dynamic array of ecological niches, emphasizing that we have an active capacity for ecological modification, and showing this to be responsible for the oft exapted character of our behaviour, I suggest means of coherently distinguishing ‘cultural’ determinants of human psychology from ‘evolutionary ones’. Moreover, I hope to have demonstrated that we can sustain these distinctions as applicable to different levels of description rather than distinct sorts of natural phenomena or ontological categories. By reflecting on these issues through the lense of the philosophical issues of reductionism and intentionality we can understand the distinction between evolutionary directives and psychological motives.

 

Resumo: The Rape of Troy, de Jonathan Gottschall, lança mão de uma série de recursos interdisciplinares para explicar o intenso ciclo de guerras homéricas como emergindo das operações de competição evolutiva por recursos reprodutivos. Este artigo sugere que as considerações concernentes às operações de adaptação psicológica no Homo Sapiens se beneficiarão imensamente da caracterização das propriedades sócio-históricas da vida humana em termos de um conjunto dinâmico de nichos ecológicos. Ao caracterizar a história humana como um conjunto dinâmico de nichos ecológicos, enfatizar nossa capacidade ativa de modificação ecológica e demonstrar ser consequência disso o caráter frequentemente exaptado de nosso comportamento, eu sugiro um modo de distinguir coerentemente entre determinantes "culturais" e "evolutivos" da psicologia humana. Espero ainda demonstrar que essas distinções são aplicáveis não a tipos distintos de fenômenos naturais ou categorias ontológicas, mas a diferentes níveis de descrição. Refletindo sobre esses pontos através das lentes das questões filosóficas do reducionismo e da intencionalidade, podemos entender a distinção entre diretivas evolutivas e motivos psicológicos.


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Referências


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DOI: https://doi.org/10.19134/eutomia-v1i14p446-470

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