Sobre a Revista
Foco e Escopo
A CLIO Arqueológica é uma revista publicada pelo Programa de Pós-graduação em Arqueologia, do Departamento de Arqueologia (DEPARQ) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2014 a CLIO Arqueológica passou a adotar apenas a publicação on-line, baseando-se nos princípios do livre acesso.
Publicada desde 1984, tem como objetivo a divulgação de pesquisas realizadas nas áreas de arqueologia e conservação do patrimônio cultural, através de textos originais e inéditos de pesquisadores nacionais e estrangeiros. São aceitos para publicação artigos originais e de revisão, entrevistas, relatórios técnicos de pesquisa, resenhas de livros, resumo de teses e dissertações, escritas em português, inglês, espanhol ou francês.
Periodicidade
A partir do volume 41 (2026), a CLIO Arqueológica adotou o modelo de publicação contínua, passando a publicar um número (edição) anualmente. Até o volume 40, de 2025, a revista mantinha periodicidade semestral.
Política de Acesso Aberto
A CLIO Arqueológica é um periódico de Acesso Aberto. Isso significa que todo o seu conteúdo está disponível gratuitamente e de forma imediata, sem custo para o usuário ou sua instituição. Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou criar links para os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia do editor ou do autor, desde que respeitem a licença Creative Commons aplicada ao conteúdo publicado. Esta declaração está de acordo com a definição de acesso aberto da Budapest Open Access Initiative (BOAI).
Desde 2020, os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos e concedem à CLIO Arqueológica o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). A CLIO Arqueológica permanece com os direitos autorais das obras publicadas nas edições de 1984 a 2019 e concede a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) a esse conteúdo, a fim de garantir o Acesso Aberto.
Histórico
Fundada no âmbito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a revista CLIO Arqueológica celebra mais de quatro décadas de contínua contribuição à Arqueologia e à preservação do patrimônio. Desde as suas primeiras edições, em 1984, dedicou-se a abrir um espaço de divulgação de pesquisas originais e assim tem acompanhado a evolução de metodologias, teorias e práticas inter- e multidisciplinares.
Ao longo das décadas, a CLIO Arqueológica consolidou-se como veículo de suma relevância para a área, reunindo estudos que refletem não somente a produção do Nordeste brasileiro, mas também diálogos inter-regionais e internacionais. Com isso, a revista contribuiu para o fortalecimento do Programa de Pós-graduação em Arqueologia da UFPE e para a construção de uma comunidade acadêmica engajada em temas contemporâneos.
Em 2014 a CLIO Arqueológica passou a adotar apenas a publicação on-line, baseando-se nos princípios do livre acesso. A partir de 2020 os autores passaram a reter os direitos autorais de seus trabalhos e concederem à Clio Arqueológica o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). A Clio Arqueológica permanece com os direitos autorais das obras publicadas nas edições de 1984 a 2019 e concede a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) a esse conteúdo, a fim de garantir o Acesso Aberto.
A CLIO Arqueológica reafirma seu compromisso com a democratização do conhecimento ao manter-se como uma publicação de acesso aberto e totalmente gratuito. Entendemos que a produção científica em Arqueologia e áreas afins deve circular sem barreiras financeiras, garantindo que pesquisadores, estudantes, profissionais e comunidades interessadas possam acessar, ler e utilizar os resultados das pesquisas publicadas. Ao adotar o acesso aberto, fortalecemos a transparência, ampliamos o impacto social da Arqueologia e contribuímos para uma ciência mais inclusiva, colaborativa e socialmente relevante.
A CLIO Arqueológica adotou a modalidade de publicação contínua a partir do v.41, de 2026. Anteriormente, a periodicidade da revista era semestral.
Hoje, a CLIO Arqueológica reafirma seu propósito: divulgar pesquisas arqueológicas de alta qualidade, fomentar o debate crítico sobre o património cultural e práticas arqueológicas emergentes, e promover a integração entre o conhecimento científico e as demandas da sociedade. Convida-se autores interessados a submeterem manuscritos inéditos, contribuindo para que os próximos quarenta anos sejam também de inovação, rigor e impacto.
Integridade
Comprometidos com a integridade da pesquisa acadêmica, a CLIO Arqueológica orienta que os autores, antes de submeterem seus manuscritos, e em conformidade com as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE), observem se:
- os dados ou análise e interpretação de dados de outras publicações estão devidamente referenciadas. Na dúvida em como proceder com as citações ou referências consultar as diretrizes para os autores;
- na redação de artigos que contenham uma revisão crítica do conteúdo intelectual de outros autores estão devidamente citados.
- nenhum autor envolvido na pesquisa poderá ser omitido da lista de autores.
Nos casos de dúvidas em como proceder com a citação e referenciação ver as Diretrizes para Autores.
Diretrizes Anti-plágio
Ao submeter o manuscrito, os autores garantem que o trabalho não foi previamente publicado nem está sendo analisado por outra revista no momento da submissão. Assumem ainda a responsabilidade de não utilizar dados falsos ou copiados.
O plágio, uso fraudulento de dados, manipulação de citações e falsa autoria, não serão tolerados em nenhuma circunstância pelo Corpo Editorial da CLIO Arqueológica, não sendo aceitáveis cópias literais de trechos já publicados, a não ser em casos excepcionais, na forma de citação (ver "Regras para citações de textos na íntegra" nas Diretrizes para Autores).
Desse modo, a CLIO Arqueológica adota como parte do seu processo de avaliação a verificação de similaridade através do software CopySpider, com os seguintes critérios:
- Ao ser constatado plágio a proposta será prontamente recusada;
- no que se refere à presença de autoplágio, a tolerância será de até 30%, com exclusão de citações e referências deste percentual;
- os artigos já publicados, anteriormente em anais de eventos científicos, deve obrigatoriamente mencionar em nota de rodapé, a partir do título, a referência explícita à primeira publicação.
Nos casos em que, mesmo após todos os procedimentos de avaliação, for identificado plágio ou autoplágio em um artigo publicado, esse será retirado do site da revista sendo substituído por um texto explicativo contendo os motivos de ausência.
Avaliação por Pares
A CLIO Arqueológica convida pesquisadores nacionais e internacionais, especialistas nas diferentes áreas da Arqueologia, para atuar como revisores, garantindo um processo de avaliação rigoroso e qualificado. A revista mantém um banco de dados integrado ao sistema OJS, que permite o acompanhamento das avaliações aceitas, em andamento e concluídas. Esse acompanhamento possibilita uma gestão equilibrada do processo de avaliação, evitando a sobrecarga de revisores e promovendo a participação de avaliadores cujas contribuições sejam efetivas e adequadas ao fluxo editorial da revista.
A CLIO Arqueológica adota procedimentos de avaliação diferenciados de acordo com o tipo de texto submetido, assegurando rigor acadêmico, transparência editorial e adequação metodológica a cada modalidade de contribuição.
Os 'artigos' e 'relatórios técnicos de pesquisa' são submetidos à avaliação por pares em regime duplo-cego (double-blind peer review). Nesse processo, as informações que permitam a identificação de autoria são previamente removidas dos manuscritos antes do envio aos pareceristas, garantindo o anonimato recíproco entre autores e avaliadores e a imparcialidade da avaliação. Os pareceres consideram, de forma sintética, critérios como a adequação do texto ao escopo da revista, a qualidade da redação, a consistência teórico-metodológica, a pertinência dos dados apresentados, a atualização e suficiência das referências, bem como a qualidade, clareza e adequação de tabelas e figuras.
Os demais tipos de textos, incluindo resumos expandidos de dissertações e teses, resenhas de livros, entrevistas, ensaios fotográficos e outras contribuições editoriais, não são submetidos à avaliação por pares em regime duplo-cego e passam por avaliação editorial, conduzida pela Equipe Editorial da revista, considerando sua pertinência ao escopo da CLIO Arqueológica, a qualidade do conteúdo, a clareza do texto e a adequação formal.
Com base nos pareceres e na avaliação editorial, as submissões podem receber uma das seguintes decisões: Aceitar; Correções obrigatórias; Submeter novamente para avaliação; Submeter a outra revista; ou Reprovado. A decisão final sobre a publicação cabe à Equipe Editorial, em conformidade com os critérios editoriais da revista.
Em todos os casos, a Equipe Editorial reserva-se o direito de solicitar ajustes, revisões ou esclarecimentos aos autores, bem como de recusar submissões que não atendam aos critérios científicos, éticos ou editoriais da revista. O processo de avaliação é conduzido de forma ética, transparente e em conformidade com as boas práticas de publicação acadêmica.
Conflito de interesses
Os conflitos de interesses podem ser de ordem pessoal, financeira, intelectual, profissional, política ou de natureza religiosa. Esses podem ocorrer com autores, revisores e editores, devendo ser prontamente informados, assim como a percepção sobre um potencial conflito de interesses.
Autores
Quando existir alguma relação entre os autores e qualquer entidade pública ou privada que possa gerar algum conflito de interesses, essa possibilidade deve ser comunicada e será informada no artigo. Caso não exista, o autor deve informar a inexistência de conflitos de interesses.
Editores
Os editores não devem ter qualquer conflito de interesses em relação a manuscritos e autores.
Taxas para submissão e publicação de textos
A CLIO Arqueológica não cobra taxas para a submissão, avaliação, revisão, publicação ou distribuição de textos. Todo o processo editorial é integralmente gratuito para autores, não havendo cobrança de quaisquer encargos financeiros em nenhuma etapa do fluxo editorial.
Do mesmo modo, todo o conteúdo publicado é disponibilizado em acesso aberto, assegurando livre e imediato acesso aos textos por parte de leitores, pesquisadores, estudantes e do público em geral, sem barreiras econômicas ou restrições de acesso.
Essa política expressa o compromisso da revista com a democratização do conhecimento científico, promovendo a ampla circulação dos resultados de pesquisa e fortalecendo a comunicação acadêmica por meio de práticas editoriais que garantem gratuidade tanto para autores quanto para leitores.
Sponsors
Agradecemos às instituições pelo apoio financeiro à pesquisa, o que permite a publicação de artigos científicos na CLIO Arqueológica.
Fontes de Apoio
Agradecemos às instituições pelo apoio financeiro à pesquisa e aos profissionais que contribuem na avaliação dos manuscritos enviados à CLIO Arqueológica.





