Escrito na pedra: Cor, forma e movimento nos registros rupestres da Bahia. Carlos Etchevarne. Prémio Clarival do Prado Valladares - 2007. Fundação Odebrecht, Rio de Janeiro: Versail, 2007, 312, pag.,il.
Resumo
Pago com a resenha do livro de Carlos Etchevarne uma dívida que já deveria ter pagado faz algum tempo. Tinha essa dívida em primeiro lugar com o autor da obra e, em segundo, comigo mesma. Com Etchevarne porque nada mais grato que resenhar a obra de um amigo e pesquisador da sua categoria e comigo mesma porque me adjudiquei essa obrigação desde o momento em que abri as primeiras páginas do livro. “Escrito na Pedra. Cor, Forma e Movimento nos Grafismos Rupestres da Bahia” é, sem dúvida, uma obra singular. Ao longo das suas 312 páginas e suas inúmeras ilustrações, com belíssimas fotografias, nos deparamos com um mundo desconhecido, inclusive para muitos arqueólogos que pensávamos conhecer, suficientemente, a arte rupestre do Nordeste do Brasil. Por antigas publicações conhecíamos, ou pensávamos que conhecíamos, parte do acervo rupestre da Bahia. Todos sabem das dificuldades de se publicar repertórios completos de arte rupestre; são especialmente dificuldades técnicas, por não falar das econômicas, mas que, aos poucos, começam a serem salvas pelas modernas tecnologias. Referências, notícias, algumas monografias, dissertações e teses, lamentavelmente pouco divulgadas, nos deram, as vezes, um pálido reflexo do que havia ou ainda poderia haver, na arte rupestre de uma região tão imensa e diversa como é o estado da Bahia e seus sertões intermináveis.Referências
Escrito na pedra: Cor, forma e movimento nos registros rupestres da Bahia. Carlos Etchevarne. Prémio Clarival do Prado Valladares - 2007. Fundação Odebrecht, Rio de Janeiro: Versail, 2007, 312, pag.,il.
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