Existe Contaminação de Estreptococos do Grupo Mutans na Saliva das Chupetas de Crianças Portadoras deste Hábito de Sucção? Estudo em Crianças na Faixa Etária de 06 a 09 Meses em Creches na Rede Pública da Cidade do Recife - PE

Autores/as

  • Alexsandra Pereira de Luna Freire
  • Juliana de Luna Fragoso
  • Sara Grinfeld UFPE
  • Maria Amélia Vieira Maciel UFPE

Palabras clave:

Chupeta, Streptococcus mutans, Saliva

Resumen

O objetivo dessa pesquisa foi verificar se existe a contaminação do Streptococcus mutans na saliva de crianças portadoras de hábito de sucção de chupeta, freqüentadoras de creches na rede pública da cidade do Recife-PE. De um universo de 168 crianças matriculadas nos berçário, participaram da amostra 31 crianças com idade entre 06 a 09 meses, com a presença de pelo ao menos um incisivo decíduo erupcionado na arcada dentária e com ausência de molar decíduo erupcionado na cavidade bucal, e clinicamente livre da doença cárie. A secreção salivar foi coletada através de um swab estéril e cultivada em meio ágar sangue de carneiro a 5% numa placa de Petri. A presença do S. mutans foi verificada via teste de monitol, sorbitol e Pyr test. Constatou-se a presença de S. mutans em 1 criança das 31 pesquisadas, ou seja, um percentual de 3%. Pode-se concluir que a chupeta uma vez contaminada pode servir como meio indireto de infecção da bactéria para outras crianças, uma vez que em creches e escolas é muito comum o compartilhamento de um mesmo objeto por várias crianças.

Publicado

2008-08-07

Número

Sección

Artigo Original