Criar crianças, criar vínculos: por uma maternidade manifesto feminista

Autores

  • Flora Rodrigues Gonçalves Universidade Federal de Minas Gerais

Palavras-chave:

maternidade feminista, antropologia do gênero, trajetórias feministas acadêmicas

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir a importância da experiência da maternidade dentro dos estudos de gênero a partir da construção e desconstrução de vínculos criados por mim, mãe e antropóloga. Nesse sentido, é um artigo-manifesto, que versa sobre trajetórias maternas feministas em construção. Se, em um primeiro momento, a maternidade ocidental foi caracterizada pelo lugar central da mulher na família monogâmica e patriarcal, em um segundo momento a maternidade passa a ser vista, por algumas feministas, como sinônimo de escolha e recusa. Hoje, quais os desafios e o acolhimento que a maternidade recebe dentro desse universo?

Biografia do Autor

Flora Rodrigues Gonçalves, Universidade Federal de Minas Gerais

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007), Mestrado (2010) e Doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (2019). Atualmente, é professora temporária de antropologia da PUC Minas. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia e Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia da ciência e da tecnologia, antropologia do Gênero, estudo de controvérsias e educação. É membro dos Grupos de pesquisa LACS - Laboratório de Antropologia das Controvérsias Sócio Técnicas/UFMG e NUQ - Núcleo de Estudos sobre Populações Quilombolas e Tradicionais/ UFMG.

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Publicado

2023-07-27

Edição

Seção

Artigos