O Monitor de Secas do Brasil e a declaração de escassez hídrica na Bacia do Paraná: anúncios de uma crise.

Authors

  • Edvânia Pereira dos Santos Agência Pernambucana de Águas e Clima
  • Rafaella de Araújo Aires Vilar Comercializadora de Energia (KROMA)
  • Priscila Monteiro Gonçalves Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
  • Zilurdes Fonseca Lopes 5Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)
  • Hailton Dias da Silva Junior Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)

DOI:

https://doi.org/10.29150/2237-2202.2021.252355

Keywords:

Monitor de Secas do Brasil, seca, recursos hídricos, usinas hidroelétricas, crise hidroenergética.

Abstract

A seca é um fenômeno natural de evolução gradual no tempo, no espaço e na sua intensidade. Pode atingir qualquer região do mundo e perdurar por vários meses ou anos e apresentar sinais alternados de abrandamento ou intensificação. Seu monitoramento contínuo é um fator chave para a gestão de recursos hídricos, especialmente em cenários de recursos hídricos. Atualmente os eventos de seca já vêm sendo monitorados, em alguns países, por meio de sistema e ferramenta de monitoramento de secas/ou ferramenta de monitoramento de secas que permite acompanhar a evolução ou involução do fenômeno e seus impactos em vários setores da sociedade. No Brasil, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico utiliza o Monitor de Secas do Brasil como ferramenta de monitoramento contínuo de secas em grande parte do território brasileiro. Esta pesquisa tem como objetivo mostrar que o Monitor de Secas do Brasil é uma ferramenta de monitoramento de secas em escala regional, que pode ser utilizada como tomada de decisão nas ações de prevenção e mitigação para eventos eficientes de seca e de gestão de recursos hídricos. Foram utilizados mapas do Monitor de Secas do Brasil de 2018 a 2021, para a região onde se encontram as principais Usinas Hidrelétricas (UHE's) pertencentes ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os resultados são eficientes o Monitor Secas foi eficiente na gestão de recursos hídricos na região que pode ser utilizado como tomada de decisão nas ações de prevenção e mitigação a seca e de gestão de recursos hídricos. Foram utilizados mapas do Monitor de Secas do Brasil de 2018 a 2021, para a região onde se encontram os principais Usinas Hidrelétricas (UHE's) pertencentes ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os resultados são eficientes o Monitor Secas foi eficiente na gestão de recursos hídricos na região que pode ser utilizado como tomada de decisão nas ações de prevenção e mitigação a seca e de gestão de recursos hídricos. Foram utilizados mapas do Monitor de Secas do Brasil de 2018 a 2021, para a região onde se encontram os principais Usinas Hidrelétricas (UHE's) pertencentes ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os resultados são eficientes o Monitor Secas foi eficiente na gestão de recursos hídricos na região para a região onde se encontram as principais Usinas Hidelétricas (UHE's) pertencentes ao subsistema Sudeste/Centro-Este, nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os resultados. para a região onde se encontram as principais Usinas Hidelétricas (UHE's) pertencentes ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os resultados são eficientes o Monitor Secas foi eficiente na gestão de recursos hídricos na região

References

ANA, Agência Nacional De Águas e Saneamento Básico. Monitor de Secas do Brasil. 2021c. Disponível em: https://monitordesecas.ana.gov.br/mapa?mes=9&ano=2021. Acesso em 28 out. 2021

ANDRADE, T. S. Resiliência a secas futuras, índices de Seca e Análise de Vulnerabilidade em Bacias Hidrográficas do Semiárido Brasileiro. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. 2017.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL. Bandeiras Tarifárias, 2021.

FERNANDES, Diego Simões et al. Índices para a quantificação da seca. Embrapa Arroz e Feijão-Documentos (INFOTECA-E), 2009.

GONÇALVES, S.T.N.; JUNIOR, F.C.V., SAKAMOTO, M.S; SILVEIRA, C.S.; MARTINS, E.S.P.R. Índices e Metodologias de Monitoramento de Secas: Uma Revisão. Revista Brasileira de Meteorologia, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0102-77863630007.

MARTINS, E.S.P.R.; DE NYS, E.; MOLEJÓN, C.; BIAZETO, B.; SILVA, R.F.V. Monitor de Secas do Nordeste, em busca de um novo paradigma para a gestão de secas. Brasília: Banco Mundial, Série Água, v. 10, n. 106302, p. 1-128,

Published

2022-02-01

How to Cite

Santos, E. P. dos, Vilar, R. de A. A., Gonçalves, P. M., Lopes, Z. F., & Junior, H. D. da S. (2022). O Monitor de Secas do Brasil e a declaração de escassez hídrica na Bacia do Paraná: anúncios de uma crise. Journal of Hyperspectral Remote Sensing, 11(6), 357–364. https://doi.org/10.29150/2237-2202.2021.252355

Issue

Section

Workshop in Climate Change, Water Resources and Biodiversity