Terror: o caminho inverso à solidariedade

Daniel Souza

Resumo


O mundo requer uma relação de solidariedade. Ao identificar o terror nos regimes totalitários, Arendt indica-o como a força que inibe os indivíduos em sua espontaneidade, reduzindo-a a uma estabilidade natural, próprio dos processos de massificação. Nosso objetivo neste trabalho consiste em demonstrar que somente a solidariedade pode ser concebida como emoção política, ao contrário do terror. Ao apontarmos os descaminhos dos regimes totalitários buscaremos, ainda, apresentar a perspectiva de uma ética comunitária, em que homens pensantes possam reafirmar seu pertencimento ao mundo por meio da solidariedade.


Palavras-chave


terror; solidariedade; amor-mundi; Hannah Arendt

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