As fotografias de natureza morta do século XIX e a estética do cotidiano

Manuela de Mattos Salazar

Resumo


Este trabalho investiga relações entre a estética do cotidiano e as fotografias de natureza morta nas primeiras décadas após a invenção da técnica fotográfica no século XIX. Ao pensarmos este objeto como um elemento de junção entre os regimes da arte propostos por Rancière – ético, representacional e, mais enfaticamente, estético – visamos revelar o surgimento de uma cultura visual que passa a valorizar objetos da rotina cotidiana como protagonistas nas novas formas de expressão estética que despontam com a modernidade. 


Palavras-chave


Natureza morta. Estética do cotidiano. Regime estético

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