The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2357-9986.2020.248898

Palavras-chave:

princípios de abstração, má companhia, reentalhamento do conteúdo, lógica de Frege

Resumo

Segundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de definição dos princípios de abstração — como extrapolados a partir do §64 do Grunlagen de Frege — inclui um requisito adicional (que denomino como a condição de especificidade) que não é satisfeito pela Lei Básica V, embora seja satisfeito por outras abstrações de ordem superior, tal como o Princípio de Hume. Mostro também que a falha deste requisito adicional no caso da Lei Básica V é engendrada por uma característica essencial da concepção de Frege da lógica, e que, assim, o próprio Frege não deveria ter tomado a Lei Básica V como uma definição por abstração.

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Publicado

2020-11-27

Edição

Seção

Número Especial sobre Filosofia da Lógica