The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic
DOI:
https://doi.org/10.51359/2357-9986.2020.248898Palavras-chave:
princípios de abstração, má companhia, reentalhamento do conteúdo, lógica de FregeResumo
Segundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de definição dos princípios de abstração — como extrapolados a partir do §64 do Grunlagen de Frege — inclui um requisito adicional (que denomino como a condição de especificidade) que não é satisfeito pela Lei Básica V, embora seja satisfeito por outras abstrações de ordem superior, tal como o Princípio de Hume. Mostro também que a falha deste requisito adicional no caso da Lei Básica V é engendrada por uma característica essencial da concepção de Frege da lógica, e que, assim, o próprio Frege não deveria ter tomado a Lei Básica V como uma definição por abstração.
Referências
BURGE, T. Frege on Extensions of Concepts, From 1884 to 1903. Philo-sophical Review, Durham, v. 93, n. 1, p. 3-34, 1984.
FREGE, G.Foundations of Arithmetic. Routledge, 1950
FREGE, G. Translations From the Philosophical Writings of Gottlob Frege.In GEACH P, Early Analytic Philosophy – New Perspectives and Traditi-on. Blackwell, 1952
FREGE, G. Gottlob Frege: Basic Laws of Arithmetic. Oxford UniversityPress, 2013
HALE, B. Grundlagen §64. Proceedings Of The Aristotelian Society, NewSeries, Londres, v. 97, p. 243-261, 1997
HECK, R. G.Reading Frege’s Grundgesetze. Oxford University Press,2012
LINNEBO, O. Bad Company Tamed. Synthese, v. 170, n. 3, p. 371-391,2009
POTTER, M.; SMILEY, T. Abstraction by Recarving. Proceedings Of TheAristotelian Society, Durham, v. 101, n. 3, p. 327-338, 2001.
RUFFINO, M. Extensions as Representative Objects in Frege’s Logic. Er-kenntnis, v. 52, n. 2, p. 239-252, 2000.
RUFFINO, Marco. Why Frege would not be a Neo-Fregean. Mind, v. 112, n.445, p. 51-78, 2003.
WRIGHT, C. Frege's Conception of Numbers as Objects. Aberdeen Uni-versity Press, 1983.
YABLO, S. Carving the Content at its Joints. Canadian Journal of Philo-sophy, n.38, p.145- 177, 2008.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
A Revista Perspectiva Filosófica orienta seus procedimentos de gestão de artigos conforme as diretrizes básicas formuladas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). http://memoria2.cnpq.br/web/guest/diretrizes/
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
-
Os autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
-
Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista, com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista (Consultar http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html).

As obras publicadas pela Revista Perspectiva Filosófica estão licenciadas com Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.








