Racialidade generificada
contra o esquema epidérmico racial colonialista e patriarcal
DOI:
https://doi.org/10.51359/2357-9986.2026.261905Palavras-chave:
raça, gênero, decolonialidade, filosofia decolonial, feminismo, memóriaResumo
Dentro do sistema moderno-colonial de gênero, que tem por origem a exploração e subalternização da mulher negra e ladino-amefricana, é impossível pensar em um regime que diminua a dívida colonial que não refute o próprio sistema e que também sua própria linguagem e imaginários patriarcais. A partir desse recorte, proponho uma leitura de Fanon e diálogo com o feminismo decolonial, interseccionando as questão de raça, gênero, territorialidade e classe. Pensando, portanto, colonialidade e suas atribuições aos gêneros, no qual gênero é também racializado.
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