O Emprego do Network Centric Warfare, a Doutrina e a Integração: o caso do Reino Unido.

Marco Tulio Delgobbo Freitas

Resumo



Novas ferramentas e processos tem mudado o jeito de como travar a guerra nos últimos tempos. Atualmente o que tem se destacado, é a necessidade de se obter informações precisas do campo de batalha. Instrumentos como “network-centric warfare” (NCW) integrado ao Comando e Controle (C²), tem proporcionado toda a informação necessária, e quem o possui, consegue destacar-se na dianteira da Revolução de Assuntos Militares (RAM). Contudo, as consequências precisam ser entendidas pelos tomadores de decisão, civis e militares. O militar tem que estar atento ao lidar com a quinta dimensão da guerra, que neste caso é a da informação, além de relacioná-la com as outras dimensões: a terra, o mar, o ar e o espaço. Os civis, por outro lado, têm que considerar os aspectos econômicos, políticos, militares e de informações ao tomar alguma decisão. Para tanto, é necessária uma doutrina capaz de orientar a utilização deste instrumento de forma adequada. O objetivo deste artigo é analisar a relação do componente civil e do militar no emprego desta tecnologia, com ênfase no papel da doutrina como guia. Para determinar esta relação, a pesquisa apresentará uma análise de caso que proporcione um modelo satisfatório para o uso deste instrumento. Para atingir o objetivo, será analisado o processo de implementação do NCW no Reino Unido, pois neste caso houve uma preocupação doutrinária em não criar uma dependência do fator humano com a tecnologia e, além disto, há uma questão que se destaca: a experiência britânica em elaborar uma doutrina que prevê o compartilhamento de informações com seus aliados.

Palavras-chave


Palavras-chave: Revolução, Guerra, Rede, Comportamento, Tecnologia

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