A Cooperação Cultural na Estratégia de Política Externa Brasileira: o caso chinês

Liliana Ramalho Froio

Resumo


A estratégia de política externa brasileira das últimas décadas esteve voltada para a construção da autonomia do país por meio da diversificação de parcerias. O Brasil tem buscado a cooperação com países em desenvolvimento e a ascensão chinesa no sistema internacional vai de encontro ao objetivo brasileiro de acesso a novos mercados e de fortalecimento das parcerias Sul-Sul.  Apesar do aparente êxito na construção da parceria bilateral, há o desafio de superar a competitividade existente entre os países, o que pode estar relacionado ao desconhecimento mútuo. A maioria das análises sobre a relação Brasil-China foca a dimensão econômica, entretanto, ao analisar a dimensão cultural compreendem-se outros motivos do fracasso, do sucesso ou das reticências na aproximação bilateral. O presente trabalho procura contribuir nesse sentido: analisar o significado da cooperação cultural, os avanços alcançados e desafios a serem vencidos. A análise visa tanto o contato espontâneo entre as culturas quanto às ações governamentais intencionais no âmbito das políticas de promoção cultural e sua importância para o fortalecimento da cooperação bilateral.


Palavras-chave


Política externa; Cooperação cultural; China

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