Regime Internacional de Mudanças Climáticas: estagnação ou aprendizado institucional?

Diego Freitas Rodrigues, Mônica Sodré Pires

Resumo


As mudanças climáticas e seus efeitos socioeconômicos e ambientais exigem hoje uma acentuada atenção por parte dos decisores políticos. A urgência do fenômeno imprime a necessidade de mecanismos institucionais apropriados para seu enfrentamento. O Regime Internacional de Mudanças Climáticas encontra-se num momento de ajuste. Abordagens mais otimistas apontam que os ajustes derivariam de um (1) aprendizado, envolvendo uma maior concertação e inclusão de novas informações técnico-científicas, conceitos e idéias, enquanto observações mais reticentes apontam um processo de (2) estagnação do regime com um cenário de paralisação política e incentivos institucionais  devido a criação de veto points durante as negociações climáticas. O objetivo do artigo é avaliar o processo de desenvolvimento institucional do Regime de Mudanças Climáticas e seu desempenho na conformidade de suas metas políticas. 


Palavras-chave


Regime Internacional de Mudanças Climáticas; Desenvolvimento Institucional; Política Ambiental Internacional.

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