Regime Internacional de Mudanças Climáticas: estagnação ou aprendizado institucional?

Autores

  • Diego Freitas Rodrigues Programa de Pós Graduação em Ciência Política-UFSCar
  • Mônica Sodré Pires Programa de Pós Graduação em Ciência Política - UFSCar

Palavras-chave:

Regime Internacional de Mudanças Climáticas, Desenvolvimento Institucional, Política Ambiental Internacional.

Resumo

As mudanças climáticas e seus efeitos socioeconômicos e ambientais exigem hoje uma acentuada atenção por parte dos decisores políticos. A urgência do fenômeno imprime a necessidade de mecanismos institucionais apropriados para seu enfrentamento. O Regime Internacional de Mudanças Climáticas encontra-se num momento de ajuste. Abordagens mais otimistas apontam que os ajustes derivariam de um (1) aprendizado, envolvendo uma maior concertação e inclusão de novas informações técnico-científicas, conceitos e idéias, enquanto observações mais reticentes apontam um processo de (2) estagnação do regime com um cenário de paralisação política e incentivos institucionais  devido a criação de veto points durante as negociações climáticas. O objetivo do artigo é avaliar o processo de desenvolvimento institucional do Regime de Mudanças Climáticas e seu desempenho na conformidade de suas metas políticas. 

Biografia do Autor

Diego Freitas Rodrigues, Programa de Pós Graduação em Ciência Política-UFSCar

Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutorando em Ciência Política pela Universidade Federal de São Carlos.

Mônica Sodré Pires, Programa de Pós Graduação em Ciência Política - UFSCar

Mestranda em Ciência Política pelo Programa de Pós Graduação em Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos.

Downloads

Publicado

2010-12-17

Edição

Seção

Artigos