O que a beleza e a cosmética nos ensinam sobre ser branque?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2179-7501.2024.261279

Palavras-chave:

beleza, raça, México, brancura, branquitude

Resumo

O texto a seguir aborda o que significa ser branque por meio de pesquisas qualitativas e escritas autoetnográficas sobre a beleza, com a intenção de revelar a complexidade de suas personificações. Dessa forma, contradiz pressupostos que dão como certo o desejo de incorporar traços “brancos” e belos, bem como a compreensão do corpo como um artefato passivo e homogêneo. O artigo utiliza lições históricas e conceituais sobre beleza, raça e etnia, para então argumentar através de definições plurais do corpo como ambos estão incorporados nas realidades latino-americanas, particularmente no México; e termina com questionamentos sobre as fronteiras entre a beleza, o ser branque e a humanidade. Para isso, recupera o conhecimento corporal e discursivo des trabalhadores da indústria cosmética na Cidade do México, provenientes da etnografia de doutorado da autora; juntamente com o escopo do conteúdo pedagógico ministrado sobre os temas envolvidos e experiências pessoais como acadêmica racializada.

Biografia do Autor

Andrea Carolina Urrutia Gómez, Universidade Autônoma Metropolitana - Iztapalapa

Antropóloga peruana focalizada em corpo, beleza e gênero; formada na Pontificia Universidad Católica del Perú e doutora pela Universidad Autónoma Metropolitana – unidade Iztapalapa. Em março de 2024 será bolsista de pós-doutorado no Centro de Pesquisas Multidisciplinares de Chiapas e Fronteira Sul (CIMSUR). Vencedora do Prêmio Fray Bernardino De Sahagún do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, pela Melhor Tese de Doutorado nas áreas de Etnologia e Antropologia Social em 2021; e da Menção Honrosa para Tese de Doutorado no Concurso Laureana Wright do Centro de Pesquisa e Estudos de Gênero (CIEG) da Universidad Nacional Autónoma de México - UNAM em 2023. Ela também é uma mulher autista, pesquisando autismo e neurodiversidade a partir de estudos do corpo, estudos críticos da deficiência e autoetnografia. Feminista, com experiência ativista e produção acadêmica sobre saúde sexual e reprodutiva. Escritora de não ficção e autoetnografia. Coordenadora do Grupo de Trabalho Corporalidades e Beleza do Seminário Permanente de Corporidades - SERCORP. Membra dos Grupos de Trabalho Estudos críticos da deficiência e Feminismos, resistências e emancipação do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais – CLACSO; e é afiliada à Global Feminism and Queer Politics Commission da International Union of Anthropological and Ethnological Sciences – IUAES e à Association for Asian Studies – AAS. Publicou trabalhos acadêmicos e de divulgação na Revista Latino-Americana de Estudos sobre Corpos, Emoções e Sociedade – RELACES, Animal Politico e Revista Latina Critical Feminism, e apresentou palestras e apresentações em espanhol, inglês e português.

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(Entrevista à autora)

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Publicado

09-05-2024

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Artigos