Post-developmental alternatives |“Bem Viver”, a discourse from the South

Authors

  • Pedro Brandão da Silva Simões Universidade de Brasília (UnB)

DOI:

https://doi.org/10.51359/2179-7501.2021.250187

Keywords:

Bem Viver, latin america, sustainability

Abstract

Alberto Acosta, Ecuadorian economist, and politician came up with the book “O Bem Viver:  uma oportunidade para imaginar outros mundos” that deals with a movement to rescue  Andean  and  Amazonian  ancestral  epistemologies  in  the search  for  answers  to contemporary problems. The book shows the bases and key concepts for “Bem Viver” and empirical examples that make us reflect to what extent the “Bem Viver” is a utopia for the Latin American continent. The fact is, that “Bem Viver” can  represent  a  path  towards  a more just, cooperative, and genuinely compatible future with the needs and potential of Latin  America.  The  book  leaves  gaps  that  invite  us  to  continue  the  debates  to  find institutional arrangements capable of making “Bem Viver”a tangible future. But it is true to say that Alberto Acosta's book successfully fulfills its purpose: to join an indispensable movement to rebalance human beings and nature.

Author Biography

Pedro Brandão da Silva Simões, Universidade de Brasília (UnB)

Cientista Político (UnB) e Mestrando em Desenvolvimento Sustentável (UnB)

References

ACOSTA, Alberto, O “Bem Viver” - Uma oportunidade para imaginar outros mundos. Tradução de Tadeu Breda. São Paulo: Autonomia Literária. ISBN 978-85-69536-02-4 Ed. Elefante, 264 páginas. 2016.

BACON, Francis. Novo Órganon. São Paulo: Edipro, 2014 (1620)

BOCCATO-FRANCO, Alan e NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Decrescimento, agroecologia e economia solidária no Brasil: em busca de convergência. Revista Iberoamericana de Economía Ecológica, v. 21, p. 43-56, 2013.

CAILLÉ, Alain (2005) O dom entre interesse e “desinteressamento”. Realis: Revista de Estudos AntiUtilitaristas e PosColoniais, vol.3, n.1, jan-jun 2013. p.7-42.

CAILLÉ. Alain et les conviviaistes. Éléments d’une politique convivialiste. Lormont: Le bord de l’eau, 2016.

DESCARTES, Rene. O discurso do método. Porto Alegre: LPM, 2005 (1637)

DOSMAN, Edgar J. Raul Prebish, 1901-1986. São Paulo: Contraponto, 2011.

FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. São Paulo: Círculo do Livro, 1974.

GALEANO, Eduardo. As palavras andantes. Rio de Janeiro, L & PM, 1994

GUDYNAS, Eduardo. Desarrollo, derechos de la naturaleza y buen vivir despues de montecristi. En: Debates sobre cooperación y modelos de desarrollo. Perspectivas desde la sociedad civil en el Ecuador. Centro de Investigaciones Ciudad y Observatorio de la Cooperación al Desarrollo, Quito. 2011. P. 83-102.

ILLICH, Ivan. La convivialité. Oeuvres Complètes, vol. 1. Paris: Fayard, 2005.

INTERNACIONAL CONVIVIALISTA. Segundo manifesto convivialista. Por um mundo pós-neoliberal. Rio de Janeiro: Ateliê de Humanidades, 2020.

KALLIS, Georges. In defence of degrowth. Ecological Economics, v. 70, n. 5, p. 873-880, 2011.

LATOUCHE, S. Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

LATOUCHE, Serge. Le pari de la Décroissance. Paris: Fayard, 2006.

MANIN, Bernard. Principes du gouvernement représentatif. Paris: Champs Flamarion, 1996,

MARTINS, Paulo Henrique (Org.) A dádiva entre os modernos. Discussão sobre os fundamentos e as regras sociais. Petrópolis: Vozes, 2002.

MARTINS, Paulo Henrique; Araújo Silva, Marcos de; Souza Leão, Eder Lira de; Lira, Bruno Freire. Guia de Pós-desenvolvimento e novos horizontes utópicos. Recife: Ed. UFPE, 2015.

NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Um mundo de riscos e desafios: conquistar a sustentabilidade, reinventar a democracia, e eliminar a nova exclusão social/ Elimar Pinheiro do Nascimento; Prefácio de Cristovam Buarque. 1. Ed. – Brasília: Fundação Astrojildo Pereira (FAP), ISBN 978-85-89216-82-1. 216 páginas, 2020.

OUTRAM, Dorinda. The Enlightenment. 4ª ed. Cambridge University Press. Cambridge, Reino Unido, 2019

PANIAGO, Maria Cristina Soares. Autogestão e controle operário: uma análise histórica crítica. Rev. katálysis, Florianópolis, v. 23, n. 2, p. 338-347, agosto. 2020. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-49802020000200338&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 01 Fev. 2021. http://dx.doi.org/10.1590/1982-02592020v23n2p338.

QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: QUIJANO, Anibal. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais, perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. p.

-142.

ROSTOW, W. W. Etapas do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.

SUNKEL, Osvaldo e PAZ, Pedro. A teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo: DIFEL, 1976.

TAUILE, José Ricardo; RODRIGUES, Huberlan. Economia solidária e autogestão: a criação e recriação de trabalho e renda. 2004. Ipea. Nota Técnica. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5250. Acesso em: 01 fev.2021.

Published

2021-08-14