Colonialidade da natureza: análise das áreas protegidas na União Europeia e a distribuição desigual dos ônus ambientais ao Brasil

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DOI :

https://doi.org/10.51359/2179-7501.2022.256298

Mots-clés :

áreas protegidas, decolonialidade ambiental, direito ambiental

Résumé

O sistema de áreas protegidas tornou-se um dos métodos mais utilizados ao redor do mundo para conservação da biodiversidade. O presente artigo foi feito sob o método hipotético dedutivo, por meio da pesquisa bibliográfica e documental. Possui abordagem decolonial, com análise dos instrumentos jurídicos de proteção das áreas protegidas na União Europeia. O objetivo geral é apresentar os moldes de conservação no ambiente europeu, com os objetivos específicos de descrever o histórico das áreas protegidas no mundo; analisar os movimentos ecologistas que deram azo à conservação ambiental; debater os instrumentos jurídicos do órgão de integração e analisar os impactos das escolhas de conservação para o Brasil. A conclusão do trabalho aponta que a flexibilidade dos instrumentos jurídicos no contexto da União Europeia mitiga a proteção ambiental possível, resultando em uma imposição desigual de ônus ambiental aos países do Sul Global.

Biographie de l'auteur-e

Clara de Oliveira Adão, Universidade Federal do Ceará

Doutoranda em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Ceará, bolsista FUNCAP/CE. Mestra em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, bacharela em Direito pelo Centro Universitário de Formiga/MG. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa DITERRA – Direito, Território & Amazônia (UNIR/RO). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Situação de Rua (NESPSR/UFJF). Advogada. Autora do livro: “Serra da Canastra: lar dos Canastreiros ou Parque Nacional? Um estudo de caso” pela editora Novas Edições Acadêmicas, traduzido para 8 idiomas. E-mail: claraadolli@gmail.com

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Publié-e

2023-03-02

Numéro

Rubrique

II. Colonialidade na fronteira do conhecimento dialógico