O vinho à sombra do vulcão
DOI:
https://doi.org/10.51359/2526-3781.2022.256864Palavras-chave:
vinho, vitivinicultura, imagináriosResumo
Giusy me contou dos vinhos do passado e do presente. Contou do vinho desde quando era feito pelo seu avô, a partir das videiras cultivadas nas terras pretas e férteis à sombra do vulcão. Vinho antes fermentado em palmento - coisa antiga - que agora também se faz em tanques de inox. Do vinho servido no jarro de metal àquele multiplicado em garrafas de vidro. Do vinho que se bebe à mesa ao que vem circulando ao redor do mundo.
Plantar e cultivar videiras, elaborar o vinho são atividades que envolvem técnicas do passado remoto, agora atualizadas. Bebida que se fazia predominantemente com as mãos, com os pés, com o movimento dos corpos. Mas nem tudo é mudança; depois de pronto, ainda é líquido a ser incorporado desde os sentidos.
Cenários ajudam a perpetuar imaginários em torno do fazer e beber ritualizados, do trabalho de homens e mulheres, da vindima anual compartilhada, de um tempo distante rememorado.
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