Transporte de paciente crítico: um desafio do século xxi
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v11i1a11879p70-76-2017Palavras-chave:
Cuidados de Enfermagem, Enfermagem, Transporte de pacientes, Unidades de Terapia IntensivaResumo
RESUMO
Objetivo: descrever os fatores que interferem no transporte intra-hospitalar (TIH) do paciente internado em unidade de terapia intensiva (UTI). Método: estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado na UTI geral de um hospital público. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário. Para análise estatística, foi aplicado o teste de Mann-Whitney e o teste exato de Fisher. Os dados foram apresentados em tabelas e discutidos com a literatura. Resultados: foram acompanhados 41 TIH de 20 pacientes. Da equipe multiprofissional, a participação do enfermeiro predominou em 95%. O evento adverso mais frequente (63,4%) nos TIH foi a existência de portas estreitas entre os setores. A alteração do índice APACHE II e o uso de noradrenalina associaram-se significativamente com a instabilidade do paciente durante o TIH (p = 0,014, p = 0,003), respectivamente. Conclusão: ainda há barreiras relacionadas à infraestrutura que representam limitações para um TIH seguro. Descritores: Cuidados de Enfermagem; Enfermagem; Transporte de Pacientes; Unidade de Terapia Intensiva.
ABSTRACT
Objective: describing the factors that interfere with intra-hospital transport (IHT) of patients admitted to an intensive care unit (ICU). Method: cross-sectional study, with a quantitative approach, conducted at the general ICU of a public hospital. Data collection was carried out using a questionnaire. For statistical analysis, the Mann-Whitney test and the Fisher’s exact test were used. Data were shown into tables and discussed with the literature. Results: 41 IHTs of 20 patients were followed. Out of the multiprofessional team, nurses’ participation reached 95%. The most frequent adverse event (63.4%) in the IHTs was the existence of narrow gates between sectors. Changes in the APACHE II index and the use of noradrenaline were significantly associated with patient instability during IHT (p = 0.014, p = 0.003), respectively. Conclusion: there are still infrastructure-related barriers that pose limitations to a secure IHT. Descriptors: Nursing Care; Nursing; Patient Transport; Intensive Care Unit.
RESUMEN
Objetivo: describir los factores que interfieren con el transporte intrahospitalario (TIH) del paciente ingresado en una unidad de cuidados intensivos (UCI). Método: estudio transversal, con un abordaje cuantitativo, realizado en la UCI general de un hospital público. La recogida de datos se realizó mediante un cuestionario. Para el análisis estadístico, se utilizaron la prueba de Mann-Whitney y la prueba exacta de Fisher. Los datos fueron mostrados en tablas y discutidos con la literatura. Resultados: se siguieron 41 TIHs de 20 pacientes. En el equipo multiprofesional, predominó la participación del enfermero en 95%. El evento adverso más frecuente (63,4%) en los TIHs fue la existencia de puertas estrechas entre sectores. Los cambios en el índice APACHE II y el uso de noradrenalina se asociaron significativamente con la inestabilidad del paciente durante el TIH (p = 0,014, p = 0,003), respectivamente. Conclusión: todavía existen obstáculos relacionados con la infraestructura que plantean limitaciones a un TIH seguro. Descriptores: Cuidados de Enfermería; Enfermería; Transporte de Pacientes; Unidad de Cuidados Intensivos.
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