Representações sociais dos transtornos mentais

Autores

  • Diogo Jacintho Barbosa Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Antonio Marcos Tosoli Gomes Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
  • Mariana Luiza de Oliveira Fleury Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
  • Rachel Verdan Dib Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
  • Luis Felipe de Oliveira Fleury Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
  • Alba Nunes da Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v12i6a234783p1813-1816-2018

Palavras-chave:

Representações Sociais, Doença Mental, Transtorno Metal.

Resumo

RESUMO

Objetivo: refletir sobre as representações sociais dos transtornos mentais e/ou da doença metal. Método: estudo descritivo, tipo análise reflexiva, realizado um levantamento de dados na base de dados LILACS e Periódicos CAPES, com artigos publicados no período de 2000 a 2016. Resultados: as principais representações sociais a respeito do transtorno mental estão ligados a família, ao diagnóstico, ao paciente e aos profissionais que atuam na área da saúde mental. Com base na leitura dos artigos percebemos que ainda é evidente o peso do diagnóstico do transtorno mental sobre a família, bem como para o paciente. Ainda foi possível observar que para os profissionais de saúde atuantes no setor de saúde mental, as dificuldades relacionadas aos pacientes com transtornos mentais estão ligadas as condições de trabalho. Conclusão: perdura até os dias atuais o estigma e preconceito frente ao paciente portador de transtornos mentais impactando assim na assistência prestada ao paciente. Descritores: Representações Sociais; Doença Mental; Transtorno Mental; Equipe de Saúde; Inclusão social; Hospital psiquiátrico.

ABSTRACT

Objective: to reflect based on the literature about social representations of mental disorders and/or mental disease. Method: this is a reflective analysis of the literature. We conducted a survey of data in the databases of Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences (LILACS) and CAPES journals, with articles published in the period from 2000 to 2016. Results: the results verified that the main social representations about the mental disorder are linked to family, the diagnosis, the patient, and the professionals who work in the area of mental health. Based on the reading of the articles we realize that it is still evident the weight of the diagnosis of mental disorder on the family, as well as for the patient. Still, it was possible to observe that for health professionals working in the field of mental health, difficulties related to patients with mental disorders are linked to the working conditions. Conclusion: this concludes that lasts until the present day the stigma and prejudice against the patient with mental disorders, thus influencing the care provided to the patient.Descriptors: Social Representations; Mental Disorders; Mental Disease; Patient Care Team; Social inclusion; Psychiatric hospital.

RESUMEN

Objetivo: reflexionar en la base de la literatura acerca de las representaciones sociales de los trastornos mentales y/o enfermedad mental. Método: se trata de un análisis reflexivo de la literatura. Se realizó un estudio de los datos en las bases de datos de Literatura Latinoamericana y del Caribe en Ciencias de la Salud (LILACS) y CAPES periódicos, artículos publicados en el período de 2000 a 2016. Resultados: los resultados demostraron que las principales representaciones sociales acerca del trastorno mental están vinculadas a la familia, al diagnóstico, paciente y a los profesionales que trabajan en el área de la salud mental. Acerca de la base de la lectura de los artículos, todavía es evidente el peso del diagnóstico de trastorno mental en la familia, así como para el paciente. Aun así, fue posible observar que para los profesionales de la salud que trabajan en el campo de la salud mental, dificultades relacionadas con pacientes con trastornos mentales están ligadas a las condiciones de trabajo. Conclusión: esto concluye que dura hasta el día de hoy, el estigma y el prejuicio contra los pacientes con trastornos mentales, influyendo así en la atención prestada al paciente. Descriptores: Social Representaciones; Trastornos Mentales; Enfermedad Mental; Grupo de Atención al Paciente; Inclusión social; Hospital Psiquiátrico.

Biografia do Autor

Diogo Jacintho Barbosa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutorando em Enfermagem (UERJ). Mestre em Telemedicina e Telessaúde (UERJ). Graduação em Enfermagem (GAMA FILHO). Membro dos Grupos de Pesquisa Telemedicina e Telessaúde (UERJ) e do Grupo Promoção à Saúde e Cuidado na Atenção Primária, na linha de pesquisa: Avaliação de Serviços e Tecnologias (FIOCRUZ).Membro do Corpo Editorial na função de revisor dos seguintes periódicos: Pesquisa e Saúde da Universidade Cesumar e Revista de Saúde Santa Maria da Universidade Federal de Santa Maria. Membro da ISFTeH - International Society for Telemedicine and eHealth. Professor Substituto na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Professor de Curso Preparatório em Enfermagem de Nível Superior e Médio. . Atuante na área de saúde desde 2009 nas seguintes temáticas: Educação em Enfermagem, Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Drogas Psicoativas, Telessaúde, Tele-educação.

Antonio Marcos Tosoli Gomes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Professor Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica e do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ, Brasil.

Mariana Luiza de Oliveira Fleury, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Graduanda em Enfermagem e Bolsista do Programa de Iniciação Científica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ, Brasil.

Rachel Verdan Dib, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Graduanda em Enfermagem e Bolsista do Programa de Iniciação Científica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ, Brasil.

Luis Felipe de Oliveira Fleury, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Psicologo, Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Brasil.

Alba Nunes da Silva, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Enfermeira, Mestranda em Enfermagem na Faculdade de Enfermagem do Estado do Rio de Janeiro-UERJ. Brasil.

Publicado

06/02/2018

Como Citar

BARBOSA, Diogo Jacintho; GOMES, Antonio Marcos Tosoli; DE OLIVEIRA FLEURY, Mariana Luiza; VERDAN DIB, Rachel; DE OLIVEIRA FLEURY, Luis Felipe; NUNES DA SILVA, Alba. Representações sociais dos transtornos mentais. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 12, n. 6, p. 1813–1816, 2018. DOI: 10.5205/1981-8963-v12i6a234783p1813-1816-2018. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/234783. Acesso em: 25 jun. 2026.

Edição

Seção

Análise reflexiva

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