VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: UMA PRÁTICA AINDA VIVENCIADA NO PROCESSO DE PARTURIÇÃO?

Autores

  • Lediana Dalla Costa https://orcid.org/0000-0002-9114-3669
  • Rafaela Dias da Silva
  • Jadieli Simoni Roll
  • Marcela Gonçalves Trevisan
  • Géssica Tuani Teixeira
  • Jolana Cristina Cavalheiri
  • Alessandro Rodrigues Perondi

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963.2022.252768

Palavras-chave:

Violência, Obstetrícia, Parto, Humanização da Assistência, Intervenção.

Resumo

Objetivo: identificar a prática da violência obstétrica vivenciada por puérperas no processo da parturição. Método: trata-se de um estudo quantitativo, exploratório-descritivo, realizada nas Unidades de Atenção Primária à Saúde de um município do Sudoeste Paranaense. A coleta de dados ocorreu entre os meses de maio a julho de 2019 por meio de questionário fechado, a amostragem foi por conveniência. O instrumento foi aplicado para puérperas com 45 dias pós-parto durante visita domiciliar, os dados foram submetidos à análise estatística descritiva através do programa Statistical Package for the Social Sciences versão 25.0. Resultados: a amostra comtemplou 157 puérperas. Observou-se que 52,9% realizaram cesariana, visto que a sua autonomia não foi preservada pois preferiam o parto normal com 74,5%. Acerca dos atos de violência obstétrica, identificou-se em maior predomínio o corte do cordão umbilical (81,5%), contato com bebê adiado (64,2%) e toques vaginais (41,4%). Conclusão: conclui-se que ainda a atos violentos nos atendimentos realizados na assistência as parturientes. Desta forma, vale salientar a importância do empoderamento feminino e a adesão as boas práticas obstétricas.

Biografia do Autor

Lediana Dalla Costa

Enfermeira. Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho. Docente e Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasi.

Rafaela Dias da Silva

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil.

Jadieli Simoni Roll

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil.

Marcela Gonçalves Trevisan

Enfermeira. Especialista em Saúde Pública com Ênfase na Atenção à Saúde da Mulher. Responsável Técnica do Estágio Curricular Obrigatório de Saúde Pública do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil

Géssica Tuani Teixeira

Enfermeira. Especialista em Saúde Pública com Ênfase na Atenção à Saúde da Mulher. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil. 

Jolana Cristina Cavalheiri

Enfermeira. Mestre em Ciências Aplicadas à Saúde. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil.

Alessandro Rodrigues Perondi

Enfermeiro. Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho. Docente Adjunto do Departamento de Enfermagem da Universidade Paranaense (UNIPAR), Francisco Beltrão, PR, Brasil

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Publicado

08/16/2022

Como Citar

DALLA COSTA, Lediana; DIAS DA SILVA, Rafaela; ROLL, Jadieli Simoni; GONÇALVES TREVISAN, Marcela; TUANI TEIXEIRA, Géssica; CAVALHEIRI, Jolana Cristina; RODRIGUES PERONDI, Alessandro. VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: UMA PRÁTICA AINDA VIVENCIADA NO PROCESSO DE PARTURIÇÃO?. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 16, n. 1, 2022. DOI: 10.5205/1981-8963.2022.252768. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/252768. Acesso em: 27 jul. 2026.

Edição

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