REVISÃO INTEGRATIVA: FORMAS E PREVALÊNCIA DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA DURANTE O TRABALHO DE PARTO E PARTO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963.2022.253246

Palavras-chave:

Violência, Violência contra a mulher, Gravidez, Gestantes, Parto, Trabalho de parto.

Resumo

Objetivo: analisar a produção científica sobre as formas prevalentes e as características da violência obstétrica no cotidiano da assistência ao trabalho de parto e parto. Método: trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada na MEDLINE, SCOPUS, Web of Science, LILACS, e BDENF, a busca inicial identificou 1.032 publicações, das quais 23 foram analisados e fizeram parte do estudo. Os estudos selecionados foram realizados com mulheres ou profissionais que abordavam a temática, com delineamento quantitativo e qualitativo, sem restrição de data ou idioma e produzidos em países lusófonos. Resultados: os estudos selecionados deram origem nove categorias que consideraram os discursos das mulheres e dos profissionais de saúde sobre a assistência ao parto, e são: violência verbal, psicológica, física, sexual, discriminatória, institucional, financeira. Conclusão: a revisão permitiu conhecer as diferentes formas que a violência é vivenciada, estando presentes em diversos momentos e contextos da assistência ao parto, demonstrando que ações efetivas são necessárias para a sua erradicação.

Biografia do Autor

Raissa Emanuelle Medeiros Souto, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira/UNILAB.

Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (PPGENF/Unilab).

Nayara Santana Brito, Universidade Estadual do Ceará - UECE. Universidade Regional do Cariri - URCA.

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde – (PPCCLIS/UECE). Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Regional do Cariri (URCA).

Luana Silva de Sousa, Universidade Estadual do Ceará - UECE.

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde – (PPCCLIS/UECE).

Jessica Cunha Brandão, Universidade Estadual do Ceará/UECE.

Enfermeira graduada pela Universidade Estadual do Ceará. Residente em Obstetrícia pela UECE. 

Ana Kelve de Castro Damasceno, Universidade Federal do Ceará/UFC.

Professora Associado IV da Universidade Federal do Ceará do curso de graduação e pós em Enfermagem - UFC.

Emanuella Silva Joventino Melo, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira/UNILAB.

Professora adjunto A da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB

Dafne Paiva Rodrigues, Universidade Estadual do Ceará/UECE.

Professora permanente do curso de graduação em enfermagem e do Programa de Pós-Graduação Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde – (PPCCLIS/UECE).

Monaliza Ribeiro Mariano Grimaldi, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira/UNILAB.

Professora Adjunto na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB).

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Publicado

10/10/2022

Como Citar

MEDEIROS SOUTO, Raissa Emanuelle; SANTANA BRITO, Nayara; SILVA DE SOUSA, Luana; BRANDÃO, Jessica Cunha; DE CASTRO DAMASCENO, Ana Kelve; SILVA JOVENTINO MELO, Emanuella; PAIVA RODRIGUES, Dafne; RIBEIRO MARIANO GRIMALDI, Monaliza. REVISÃO INTEGRATIVA: FORMAS E PREVALÊNCIA DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA DURANTE O TRABALHO DE PARTO E PARTO. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 16, n. 1, 2022. DOI: 10.5205/1981-8963.2022.253246. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/253246. Acesso em: 30 jun. 2026.

Edição

Seção

Revisão integrativa

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