Women's myth symbolic dimension on the childbirth: sociopoetic study

Autores/as

  • Ana Paula Alves Salgado UERJ
  • Jane Márcia Progianti Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Iraci dos Santos Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5205/reuol.785-5697-1-LE.0401201038

Palabras clave:

enfermagem obstétrica, corpo, parto normal, cultura

Resumen

ABSTRACT

Objective: to identify the archetypes active in the hospital delivery. Methods: it’s a descriptive, sociopoetic study, performed in a public institution of Rio de Janeiro city in 2009, with ten puerperal women. Data has been submitted to mulheril/transversal sociopoetic analysis. The project was submitted to Fernandes Figueira Institute Committee of Policy Research and agreed on the opinion nº 0002/09. Results: to stand out two categories: safe childbirth and unsafe childbirth. In the first category it had a predominance of the archetypes personified for the Héstia, Deméter and Perséfone goddesses. In the second, Perséfone, Atenas and Ártemis. In the imaginary of the unsafe childbirth the destructuring aspects of psyche of puerperal women are related with the delay of the childbirth, the pain felt, the loneliness, the resistance to the body requests, the fear and the feeling of impotence. The structuring aspects of psyche had been related to the family presence, to the mother-baby relationship, the religiosity support, the obstetrical nurses’ care, mainly as for individual listening to the stimulation of emotions expression, to the incentive the appropriation of its body and the decrease of rational thought. Conclusion: to extend the look on the women mythical-symbolic dimension on the childbirth, help them to make sense in the childbirth experience, as well as it contributes for a more sensitive and individualized care. Descriptors: obstetrical nursing; body; childbirth, culture.

 

RESUMO

Objetivos: identificar os arquétipos ativos no parto hospitalar. Métodos: pesquisa descritiva, sociopoética, realizada numa instituição pública do Rio de Janeiro em 2009, com dez puérperas. Os dados foram submetidos à análise sociopoética mulheril/transversal. O projeto foi aprovado sob o parecer nº 0002/09 pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Fernandes Figueira. Resultados: destacam-se duas categorias: parto seguro e parto inseguro. Na primeira categoria houve predominância dos arquétipos personificados pelas deusas Héstia, Deméter e Perséfone. Na segunda, Perséfone, Atenas e Ártemis. No imaginário do parto inseguro os aspectos desestruturantes da psique das puérperas se relacionam com a demora do parto, à dor sentida, à solidão, à resistência às solicitações corporais, ao medo e ao sentimento de impotência. Já os aspectos estruturantes da psique foram relacionados à companhia da família, à relação da mãe-bebê, ao apoio da religiosidade, ao cuidado das enfermeiras obstétricas, principalmente no que se refere à escuta individual ao estímulo da expressão das emoções, ao incentivo à apropriação de seu corpo e à diminuição do pensamento racional. Conclusão: ampliar o olhar sobre a dimensão mítico-simbólica das mulheres sobre o parto auxilia as mesmas a integrar sentido à experiência do parto, bem como contribui para um cuidado mais sensível e individualizado. Descritores: enfermagem obstétrica; corpo; parto normal; cultura.

 

RESUMEN

Objetivos: identificar los arquetipos activos en el parto en el hospital. Métodos: investigación descriptiva, sócio-poética, realizada en una institución pública de la ciudad del Río de Janeiro en 2009, con diez puérperas. Los datos fuerón sometidos a análisis sócio-poética mulheril/transversal. El proyecto fue presentado a la Comisión de la política de investigación del Instituto Fernandes Figueira y el acuerdo sobre el dictamen nº 0002/09. Resultados: dos categorías son distinguidas: parto seguro y parto inseguro. En la primera categoría hubo el predominio de los arquétipos personificados por las diosas Héstia, Deméter y Perséfone. En la segunda, Perséfone, Atenas y Ártemis. En imaginario del parto inseguro los aspectos  desestructurantes del psique de puérperas se relacionan con  el retraso del parto, el dolor, la soledad, la resistencia a las peticiones corporales, el miedo y la sensación de impotencia. Ya los aspectos estructurantes del psique fuerón relacionados a la compañía de la familia, la relación madre-bebé, la ayuda de la religiosidad, el cuidado de las enfermeras obstétricas, principalmente con relación a la  escucha individual  al estímulo de la expresión de las emociones, el incentivo a la apropiación de su cuerpo y la reducción del pensamiento racional. Conclusión: ampliar la visión en la dimensión mítico-simbólica de las mujeres acerca del parto ayuda las mismas para integrar razón a la experiencia del parto, así como contribuyen para un cuidado más sensible e individualizado. Descriptores: enfermería obstétrica, cuerpo; parto, cultura.

 

Biografía del autor/a

Ana Paula Alves Salgado, UERJ

Mestranda do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista da CAPES.

Jane Márcia Progianti, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em enfermagem. Enfermeira Obstétrica. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Vice-líder do Grupo de Pesquisas sobre Gênero, Poder e Violência na Saúde e Enfermagem.

Iraci dos Santos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutora em enfermagem. Professora Titular do Departamento de Fundamentos em Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Bolsista de Produtividade do CNPq. Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Teóricas para o Cuidar em Saúde e Enfermagem. 

Publicado

29-12-2009

Cómo citar

SALGADO, Ana Paula Alves; PROGIANTI, Jane Márcia; SANTOS, Iraci dos. Women’s myth symbolic dimension on the childbirth: sociopoetic study. Revista de Enfermería UFPE on line, Recife, v. 4, n. 1, p. 298–308, 2009. DOI: 10.5205/reuol.785-5697-1-LE.0401201038. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/5863. Acesso em: 24 jun. 2026.

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