Assessment of biological activity of brazilian medicinal plants against Artemia Salina Leach

Autores

  • Rinalda Araújo Guerra de Oliveira
  • Marcus Antônio de Brito Folly
  • Aline Lira Xavier
  • Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz
  • Edeltrudes de Oliveira Lima

DOI:

https://doi.org/10.5205/reuol.1043-9539-1-LE.0404201008

Resumo

ABSTRACT

Objective: to evaluate the biological activity of extracts of Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia and Ipomoea asarifolia isolated and associated with the Brine Shrimp test. Method: solutions of different concentrations of the extracts was prepared and metanauplius of Artemia salina were added. Each concentration was tested in triplicate, repeated in two experiments. The set was left in incubation under artificial light for 24 hours and after this time the counting of the number of live larvae and dead was done. It was determined the LC50 in accordance with the statistical method of Probits. Results: the LC50 value obtained for the extracts of Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia and Ipomoea asarifolia when tested alone was: 543.5 ppm, 400.9 ppm and 916.3 ppm, respectively. For the association of Pithecellobium cochliocarpum and Ipomoea asarifolia, Pithecellobium cochliocarpum and Momordica charantia, and Momordica charantia and Ipomoea asarifolia, the LC50 found was respectively: 641.0 ppm, 502.2 ppm and 706.4 ppm. The association of the three extracts showed an LC50 of 990.8 ppm. Conclusion: all extracts showed biological activity against Artemia salina and their associations can lead to interactions among its constituents. More detailed pharmacological studies should be conducted. Descriptors: Artemia; Plants medicinal; toxicity; associations.

RESUMO

Objetivo: avaliar a atividade biológica dos extratos de Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia e Ipomoea asarifolia isolados e associados através do bioensaio com Artemia salina. Método: prepararam-se soluções de diferentes concentrações dos extratos e a elas foram adicionados metanáuplios de Artemia salina. Cada concentração foi testada em triplicata, repetida em dois experimentos. Deixou-se o conjunto em incubação sob luz artificial por 24 h e após esse período realizou-se a contagem do número de larvas vivas e mortas. Determinou-se a CL50 de acordo com o método estatístico de Probitos. Resultados: o valor da CL50 obtido para os extratos de Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia e Ipomoea asarifolia quando testados isoladamente foi de: 543,5 ppm, 400,9 ppm e 916,3 ppm, respectivamente. Para a associação de Pithecellobium cochliocarpum e Momordica charantia, Pithecellobium cochliocarpum e Ipomoea asarifolia, e Momordica charantia e Ipomoea asarifolia, a CL50 encontrada foi, respectivamente: 641,0 ppm, 502,2 ppm e 706,4 pppm. Já a associação dos três extratos apresentou uma CL50 de 990,8 ppm. Conclusão: Todos os extratos apresentaram atividade biológica frente Artemia salina. E suas associações podem levar à interações entre seus constituintes. Estudos farmacológicos mais aprofundados devem ser realizados. Descritores: Artemia; plantas medicinais; toxicidade; associações.

RESUMEN

Objetivo: evaluar la actividad biológica de extractos de Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia y Ipomoea asarifolia aislada y asociada con el bioensayo con Artemia salina. Método: de las soluciones preparadas de diferentes concentraciones de los extractos y se agregaron metanauplius de Artemia salina. Cada concentración se analizó por triplicado, repetida en dos experimentos. Salió de la serie en la incubación bajo luz artificial durante 24 horas después de ese momento en poder contar el número de larvas vivas y muertas. Se determinó la CL50 de conformidad con el método estadístico de Probits. Resultados: el valor de la CL50 obtenidos para los extractos de Pithecellobium cochliocarpum, Momordica charantia y Ipomoea asarifolia durante la prueba era el único: 543,5 ppm, 400,9 ppm y 916,3 ppm, respectivamente. Para la asociación de Pithecellobium cochliocarpum y Momordica charantia, Pithecellobium cochliocarpum y Ipomoea asarifolia, y Momordica charantia y Ipomoea asarifolia, la CL50 fue encontrado, respectivamente: 641,0 ppm, 502,2 ppm y 706,4 PPPM. La asociación de los tres extractos mostraron un CL50 de 990,8 ppm. Conclusión: Todos los extractos mostraron actividad biológica contra Artemia salina. Y sus asociaciones pueden dar lugar a interacciones entre sus componentes. Estudios más detallados farmacológico debe llevarse a cabo. Descriptores: Artemia; plantas medicinales; toxicidad; associaciones.

 

Biografia do Autor

Rinalda Araújo Guerra de Oliveira

Farmacêutica. Doutora em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos pela Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil. Professora Doutora da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil.

Marcus Antônio de Brito Folly

Farmacêutico. Graduado pela Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil.

Aline Lira Xavier

Farmacêutica Bioquímica, Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos, da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil.

Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz

Médica e Farmacêutica. Doutora em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos pela Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil. Professora Doutora da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil.

Edeltrudes de Oliveira Lima

 Farmacêutica Bioquímica. Doutora em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de São Paulo/USP, São Paulo, Brasil. Professora Doutora da Universidade Federal da Paraíba/UFPB, João Pessoa, Brasil. 

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Publicado

10/09/2010

Como Citar

OLIVEIRA, Rinalda Araújo Guerra de; FOLLY, Marcus Antônio de Brito; XAVIER, Aline Lira; DINIZ, Margareth de Fátima Formiga Melo; LIMA, Edeltrudes de Oliveira. Assessment of biological activity of brazilian medicinal plants against Artemia Salina Leach. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 4, n. 4, p. 1639–1642, 2010. DOI: 10.5205/reuol.1043-9539-1-LE.0404201008. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/6344. Acesso em: 30 jun. 2026.

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