Factors contributing to the self-medication practiced by elderly persons in a family health unit
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.2052-14823-1-LE.0601201218Palavras-chave:
automedicação, saúde do idoso, saúde da família.Resumo
ABSTRACT
Objective: to identify the factors contributing to the self-medication practiced by elderly persons in a family health unit. Methods: this is an exploratory and descriptive research with a quantitative design. Participated in the study 37 elderly persons, who answered to a questionnaire related to the theme, developed by the authors. Data collection was carried out in May 2010, in the elderly persons’ home, who agreed to participate in the research and signed the Free and Informed Consent Term. After a careful reading of all answers, the data were plotted in graphs and discussed under the light of literature. The study was analyzed by the Research Ethics Committee of Faculdade Santa Maria, under CAAE 46103/2010, and received a favorable opinion for publication. Results: data from the study revealed that 67.6% of the participants have already used medications without medical prescription, 40% consider it a usual practice with no health risk, and 76% stated to use medications without medical prescription whenever it was needed, being the analgesics and anti-thermals the most used drugs (32.5%). Besides, 52% of the individuals stated not to know the risks of self-medication and 31.2% indicated intoxication as the major risk. Conclusion: the use of medications without medical prescription is a frequent practice among elderly persons, and the lack of information on the health risks coming out from it is a matter of concern. Descriptors: self-medication; health of the elderly; family health.
RESUMO
Objetivo: identificar os fatores contribuintes para a automedicação de idosos em uma unidade de saúde da família. Métodos: trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva de caráter quantitativo. Participaram do estudo 37 idosos, que responderam um questionário constituído por perguntas referentes ao tema, elaborado pelos autores. A coleta dos dados foi realizada no mês de maio de 2010, na residência dos idosos, os quais aceitaram participar da pesquisa e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Após a leitura minuciosa de todas as respostas, os dados foram agrupados em gráficos e discutidos à luz da literatura. O estudo foi analisado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Santa Maria, mediante CAAE n. 46103/2010, recebendo parecer favorável para sua publicação. Resultados: os dados do estudo revelaram que 67,6% dos participantes já fizeram uso de medicamentos sem prescrição médica, 40% o consideram um ato normal e sem riscos à saúde e 76% afirmaram fazer uso de medicamentos sem prescrição sempre que necessário, sendo os analgésicos e antitérmicos os fármacos mais utilizados (32,5%). Além disso, 52% dos indivíduos afirmaram não ter conhecimento sobre os riscos da automedicação e 31,2% indicaram a intoxicação como maior risco. Conclusão: na terceira idade é frequente o uso de medicação sem prescrição médica, sendo preocupante a falta de informação sobre os riscos à saúde resultantes dessa prática. Descritores: Automedicação; Saúde do Idoso; Saúde da família.
RESUMEN
Objetivo: identificar los factores que contribuyen a la automedicación de ancianos en una unidad de salud de la familia. Método: investigación exploratoria, descriptiva, de carácter cuantitativo. 37 ancianos participaron del estudio, que se constituye por preguntas referentes al tema, elaborado por los autores. La recogida de datos se realizó por medio de un cuestionario, durante el mes de mayo de 2010, en la residencia de los ancianos, los cuales aceptaron participar de la investigación y firmaron el Término de Libre y Espontánea Voluntad. Tras la lectura minuciosa de todas las respuestas, los datos se agruparon en gráficos y se discutieron a la luz de la literatura. El estudio se analizó y aprobó por el Comité de Ética en Investigación de la Facultad de Santa María, mediante la CAAE nº 46103/2010, recibiendo parecer favorable para su publicación. Resultados: los datos del estudio revelaron que el 67,6% de los participantes ya emplearon medicamentos sin prescripción médica, 40% lo consideran un acto normal y sin riesgos a la salud y el 76% afirmaron emplear los medicamentos sin prescripción siempre que fuera necesario, siendo los analgésicos y antitérmicos los fármacos más utilizados (32,5%). Además, el 52% de los individuos afirmaron no tener conocimiento sobre los riesgos de la automedicación y el 31,2% indicaron la intoxicación como el mayor riesgo. Conclusión: en la tercera edad, es frecuente el uso de medicación sin prescripción médica, siendo preocupante la falta de información sobre los riesgos a la salud resultantes de esta práctica. Descriptores: automedicación; salud del anciano; salud de la familia.
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