Anxiety and coping of mothers facing their child's congenital heart disease surgery
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v6i3a7132p549-554-2012Palavras-chave:
cirurgia torácica, cardiopatias congênitas, estratégia de adaptação, ansiedade, mães.Resumo
ABSTRACT
Objective: to investigate the anxiety and coping scores of mothers whose children underwent their first heart surgery. Method: cross sectional study with 76 mothers of children from the ages of 0-12 years, which underwent their first heart surgery. Data collection was conducted from August 2010 through May 2011, through a socio-demographic questionnaire, the Beck Anxiety Scale (BAI) and Ways of Coping with Problems Scale (EMEP), with the signing of the open consent form, as approved by the Research Ethics Committee of the IC-FUC, under Protocol No. 4493/10. For statistical analysis, SPSS version 18.0 was used. Results: the average sample age was 33.2±7.9 years. The median age of the children was 13 months (IQ0-144). The average anxiety was 15.2±11, mild level and the coping strategies most used by mothers were based on the problem (3.98±0.56), with religion (3.8±0.76), with social support (3.3±0.9) and with emotion (2.01±0.67). A positive correlation between anxiety scores and emotion-based coping (r=0.48, p=<0.001) was found. Conclusion: the majority of mothers use appropriate coping, approaching the stressor, trying to solve the problem, seeking through religious practices and social support mechanisms for coping with the situation. It was observed that higher levels of anxiety are able to influence the coping method, so that mothers use more denial, anger and tension mechanisms. Descriptors: cardiac surgery; congenital heart defects; psychological adaptation; anxiety; mothers.
RESUMO
Objetivo: investigar os escores de ansiedade e os modos de enfrentamento de mães de crianças que se submeteram ao primeiro procedimento cirúrgico cardíaco. Método: estudo transversal, com 76 mães de crianças, de 0 a 12 anos, que se submeteram ao primeiro procedimento cirúrgico cardíaco. A coleta de dados foi realizada, de agosto de 2010 a maio de 2011, por meio de um questionário sócio-demográfico, da escala de Ansiedade de Beck (BAI) e Escala Modos de enfrentamento de Problemas (EMEP), com assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do IC-FUC, sob Protocolo n°4493/10. Para a realização da análise estatística foi utilizado o software SPSS versão 18.0. Resultados: a média de idade da amostra foi 33,2±7,9 anos. A idade mediana das crianças foi de 13 meses (IQ0-144). A média de ansiedade foi 15,2±11, nível leve e as estratégias de enfrentamento mais utilizadas pelas mães foram baseadas no problema (3,98±0,56), na religiosidade (3,8±0,76), no suporte social (3,3±0,9) e na emoção (2,01±0,67). Foi encontrada uma correlação positiva entre os escores de ansiedade e o enfrentamento baseado na emoção (r=0,48, p=<0,001). Conclusão: a maioria das mães utiliza enfrentamentos adequados, aproximando-se do estressor, tentando solucionar o problema, buscando através das práticas religiosas e do suporte social mecanismos para o enfrentamento da situação. Percebe-se que níveis mais elevados de ansiedade são capazes de influenciar o modo de enfrentar, fazendo com que as mães utilizem mais mecanismos de negação, raiva e tensão. Descritores: cirurgia torácica; cardiopatias congênitas; estratégia de adaptação; ansiedade; mães.
RESUMEN
Objetivo: investigar los escores de ansiedad y los modos de enfrentamiento de madres de niños que se sometieron al primer procedimiento quirúrgica cardiaca. Método: estudio transversal con 76 madres de niños de 0-12 años, que se sometieron al primer procedimiento quirúrgica cardiaca. La recolección de datos fue realizada a partir de agosto 2010 a mayo 2011, a través de un cuestionario socio-demográfico, la Escala de Ansiedad de Beck (BAI) y formas de enfrentar problemas de escala (EMEP),de la firma del formulario de consentimiento, según lo aprobado por el Comité de Ética en Investigación de la IC-FUC, protocolo 4493/10. Para el análisis estadístico se utilizó el programa SPSS versión 18.0. Resultados: la edad media de la muestra fue de 33,2±7,9 años, y la mediana de edad de los niños fue de 13 meses (IQ0-144). La ansiedad promedio fue de 15,2±11 años, nivel leve de las estrategias de afrontamiento utilizadas por las madres se basa más en el problema (3,98±0,56), la religiosidad (3,8±0,76), en apoyo sociales (3,3±0,9) y la emoción (2,01±0,67). Se encontró una correlación positiva entre las puntuaciones de ansiedad y emoción basada en la emoción (r=0,48, p=<0,001). Conclusión: la mayoría de las madres con los compromisos apropiados, acercándose al factor estresante, tratando de resolver el problema, buscando a través de las prácticas religiosas y mecanismos de apoyo social para lidar con la situación. Se observa que los mayores niveles de ansiedad son capaces de influir en el modo de abordar, de manera que las madres utilizan más los mecanismos de negación, enojo y tensión. Descriptores: cirugía torácica, enfermedad cardíaca congénita; estrategias de adaptación; ansiedad; madres.Downloads
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