LOTEAMENTOS URBANOS E A RENDA DA TERRA EM COLATINA-ES

Leandro Camatta de Assis, Vivian Albani, Izabela Dolores Cebin Bassani, Rafael Santos da Luz Monteiro

Resumo


A compreensão das práticas dos agentes de produção do espaço urbano no Brasil, em especial, do setor imobiliário, é elemento essencial para a compreensão dos processos de expansão urbana e segregação socioespacial. O crescimento urbano horizontal se apresenta, como qualquer outra atividade produtiva que lida com a terra, como caminho encontrado para o capital adquirir lucros extraordinários. A discussão sobre a renda fundiária, mais especificamente da renda absoluta e de monopólio em Marx, é o ponto de partida teórico para este debate. A pesquisa empírica aborda os instrumentos de diferenciação e apropriação utilizados pelos promotores imobiliários nos loteamentos construídos na cidade de Colatina, estado do Espírito Santo, no período de 2005 a 2016. Por fim, a partir da premissa de que a cidade é produzida seguindo os interesses do capital, este se utiliza de estratégias de apropriação de condições espaciais de localização da cidade e da natureza para produzir lotes urbanos com preços de monopólio.


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