Fragilidade ambiental da península de Maraú - Bahia
DOI:
https://doi.org/10.51359/2238-6211.2021.250818Palabras clave:
Análise de multicritério, Uso e ocupação do solo, Zona costeira, Análise ambiental.Resumen
O presente estudo tem como proposta mapear a fragilidade natural e ambiental da Península de Maraú (Bahia), realizando uma abordagem dos fatores que influenciam na vulnerabilidade desse ambiente. Para tanto, adotou-se a metodologia de análise de multicritério que é baseada na combinação de diferentes variáveis para gerar o mapa de fragilidade ambiental, para isso são atribuídos pesos e notas para cada variável (atributo) e suas respectivas classes de acordo com a sua influência no ambiente estudado. Todos os procedimentos para a elaboração dos mapas foram realizados em ambiente SIG (Sistema de Informações Geográficas) com a utilização dos softwares QGis 3.10 e 2.8.9. Os resultados obtidos apontam que a Península de Maraú possui muito alta fragilidade natural em 76% da área estudada e média em 23%, já os resultados para a fragilidade ambiental (para o ano de 2020) apontaram que 47% da área estudada é classificada como de alta fragilidade e 30% como média. De modo geral, os atributos solos e substratos rochosos são os principais influenciadores da alta fragilidade natural da área estudada, principalmente nos locais com predominância de substratos arenosos, sedimentos e manguezais, pois são mais susceptíveis à erosão. Entretanto, a cobertura vegetal das restingas, florestas e manguezais atuam como amenizadores dos processos erosivos, como demonstrou o mapa de fragilidade ambiental. Em áreas com cobertura vegetal preservada (restingas, florestas/SAF e manguezais) houve a diminuição da classe de fragilidade muito alta, essa classificação demonstrou-se apenas nas tipologias alagados ou povoados/solo descoberto.Citas
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