Relações e condições de trabalho no extrativismo mineral para a construção civil em Areia Branca, Campo do Brito e Itabaiana, Sergipe

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2238-6211.2025.267169

Palavras-chave:

trabalho, capital, Estado, mineração, construção civil

Resumo

Este artigo faz parte dos resultados de pesquisa de mestrado que estudou as relações e condições de trabalho no extrativismo mineral destinado à construção civil nos municípios de Areia Branca, Campo do Brito e Itabaiana, no Agreste Central Sergipano. A investigação da realidade dos trabalhadores do extrativismo mineral foi assentada na análise da totalidade e das multideterminações que definem as relações sociais que impõem condições precárias de trabalho para este setor produtivo. Como abordagem metodológica, adotou-se a pesquisa qualitativa. Para os procedimentos metodológicos, foram realizados o levantamento bibliográfico tanto primário quanto secundário, o trabalho de campo com entrevistas semiestruturadas, registros fotográficos e anotações de campo. Os resultados expõem que o trabalho no extrativismo mineral para a construção civil na área de estudo é marcado por condições precárias e relações clientelistas e paternalistas, que demonstram o quão os trabalhadores da atividade de extração mineral estão submetidos à exploração de seu trabalho.

 

Biografia do Autor

Tiago Barreto Lima, Universidade Federal de Sergipe

Mestre e doutorando em Geografia (UFS/PPGEO). Membro do Grupo de Pesquisa em Estudos Urbano-regionais, Política e Educação (GRUPE/UFS/CNPq).

Ana Rocha dos Santos, Universidade Federal de Sergipe

Doutora em Geografia (UFS/PPGEO). Docente da Universidade Federal de Sergipe. Líder do Grupo de Pesquisa em Estudos Urbano-regionais, Política e Educação (GRUPE/UFS/CNPq).

 

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Publicado

22.12.2025

Como Citar

Lima, T. B., & Santos, A. R. dos. (2025). Relações e condições de trabalho no extrativismo mineral para a construção civil em Areia Branca, Campo do Brito e Itabaiana, Sergipe. Revista De Geografia, 42(3), 27–53. https://doi.org/10.51359/2238-6211.2025.267169

Edição

Seção

Artigo Científico