A ERRATICIDADE DAS CONTAS CIRCULANTES FINANCEIRAS: UMA RESPOSTA A QUESTÕES SOBRE O MODELO FLEURIET

Paulo Cesar Starke Junior, Viviane da Costa Freitag, Ana Paula Mussi Szabo Cherobim

Resumo


Nas últimas décadas houve grande desenvolvimento da teoria financeira e, especialmente no Brasil, é destaque o Modelo de Michel Fleuriet que, a partir das contas contábeis de curto prazo – denominadas circulantes, desenvolve e promove a análise dinâmica do capital de giro das empresas. Recentemente, trabalhos foram publicados questionando a validade de uma das afirmações do modelo: a erraticidade dos grupos do capital circulante chamados financeiros. O objetivo deste artigo é testar a hipótese de que as contas contábeis circulantes financeiras são erráticas em relação às operações das empresas brasileiras, especificamente as de médio e grande porte. A partir de uma amostra de 276 empresas listadas na BOVESPA, dentre as quais 151 indústrias, e demonstrações contábeis referentes ao período de 1994 a 2004, este trabalho conclui que o Ativo Circulante Financeiro e o Passivo Circulante Financeiro são erráticos em relação às atividades da empresa, que o Passivo Circulante Operacional apresenta linearidade com a Receita Líquida Operacional e que o Ativo Circulante Operacional é fortemente correlacionado com esta mesma proxy das atividades empresariais.

Palavras-chave


finanças; capital de giro; contas erráticas; análise dinâmica; modelo fleuriet

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