Fazendo água, poética da imersão de Jorge Wanderley
DOI:
https://doi.org/10.51359/1982-6850.2020.245334Palavras-chave:
Jorge Wanderley, poesia brasileira, poesia e singularização, produção de subjetividadeResumo
Este artigo busca tornar evidente, através sobretudo da leitura analítica de três poemas, como a poética de Jorge Wanderley constrói uma subjetividade singular por refutação ao individualismo, e por imersão na tradição poética. Para isso é preciso consolidar a tradição como um campo transcendental, solo vivo e atual, em que a voz que se manifesta nos poemas busca paradoxalmente o seu apagamento, em frontal recusa ao individualismo moderno e suas presunções.
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