Iluminismo e práxis: redescobrindo práticas pouco visíveis

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/1982-6850.2019.241473

Palabras clave:

iluminismo, teoria, práxis, liberdade, ascese

Resumen

Se fôssemos encarar a velha questão “O que é o esclarecimento” hoje, com a pretensão de responder ou não, não escaparíamos do exercício habitual de separar o que, no Iluminismo, foi ultrapassado ou derrotado, e o que é não só atual, mas inevitavelmente necessário para qualquer esforço em prol da liberdade. Minha contribuição será, neste artigo, de questionar, de certo modo, a importância demasiada dada a um tipo de teoria da práxis que advém precisamente do séc. XVIII – privilegiando a ação política e balanço de conjunturas globais – e o esquecimento de outros tipos de prática menos visíveis. Pretendo buscar ampliar essa noção com outras esferas de ação micropolíticas, que desenvolvem a prática de si. Ainda que se encontre uma tendência prometedora para valorizá-la, o campo da prática de si permanece indevidamente menosprezado e carece de mais reflexão. 

Biografía del autor/a

Eduardo Guerreiro Brito Losso, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Professor Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da Faculdade de Letras – UFRJ; Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPQ; Autor do livro Sublime e Violência: Ensaios sobre poesia brasileira contemporânea (Azougue, 2018) entre outros. 

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Publicado

2019-12-25