Da febre que percorre o corpo daqueles que amam: aos ecos literários que o amor faz ao sistema nervoso

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/1982-6850.2022.256578

Palavras-chave:

literatura, mito, amor romântico, corpo e mente

Resumo

A Literatura contribui para falar da história de amores impossíveis e que, com o passar do tempo, torna-se um mito, como por exempla Romeu e Julieta, Tristão e Isolda, Abelardo e Heloísa dentre outros que passam a ser vistos como personagens marcantes no imaginário popular, por representarem o mito do amor romântico, presente na sociedade ocidental. Este artigo tem como por objetivo principal estudar a categoria temática do amor presente nas relações corpo e mente a partir do arco temporal do medievo nos casais Romeu e Julieta e Tristão e Isolda. Para tanto, nossa fundamentação teórica baseia-se nas contribuições de Bellemin-Noël (1978), Campbell (1990) Damásio (1996), Faur (2013) e Lebrun (2009) dentre outros.  A análise mostra que Romeu e Julieta, Tristão e Isolda dentre outros casais imortais que compunham o mito do amor romântico através do tempo, são descritos por filósofos, poetas, escritores, não são apenas invenções da arte literária, pois a febre que percorre o corpo daqueles que amam não é uma ilusão literária, mas um efeito do amor no sistema nervoso.

Biografia do Autor

Rafael Francisco Braz, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Psicologia  da  Universidade Federal do Rio Grande do Norte- (PPgPsi/UFRN). Mestre em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Especialista em Língua Portuguesa (UEPB) e Língua Moderna (IFPB) e Graduado em Letras (UEPB).

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Publicado

2023-01-12