Osório Alves de Castro e as imagens do sertão na literatura

Luiz Antonio de Carvalho Valverde

Resumo


Pretende-se realizar um estudo comparativo das imagens do sertão na literatura brasileira tendo como foco o procedimento ficcional. Seguindo pressupostos teóricos desenvolvidos por Roland Barthes, observaremos a palavra em sua espessura e novidade, carreando sentidos múltiplos tal como a vemos na poesia moderna. A isso se contrapõe a linearidade da escrita clássica em que tudo é cuidadosamente pensado, evitando o acidental sonoro e semântico. Os sentidos aqui são usuais e previsíveis, a densidade uniforme. Tal estudo se faz necessário em virtude da tensão lírica observada nas narrativas de Guimarães Rosa e Osório, diferenciando-os de seus precursores e contemporâneos.  Palavras

Texto completo:

PDF

Referências


AMADO, Jorge. 2002. Terras do Sem Fim. Rio de Janeiro: Record.

______. 2008. Tocaia Grande. São Paulo: Companhia das Letras.

BARTHES, Roland. 2000. O Grau Zero da Escrita. São Paulo: Martins Fontes. CASTRO, Osório A.. 1961. Porto Calendário. São Paulo: Editora Símbolo.

______. 1978. Maria fecha a porta prau boi não te pegar. São Paulo: Editora Símbolo.

ROSA, João Guimarães. 1984. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

______. 1986. Grande Sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

REGO, José Lins. 1989. Fogo Morto. Rio de Janeiro: José Olympio.

______. 1999. Pedra Bonita. Rio de Janeiro: José Olympio.

RAMOS, Graciliano. 1996. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record.

______. 2005. São Bernardo. Rio de Janeiro: Record


Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Revista Investigações - Linguística e Teoria Literária. Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco.

ISSN Edição Digital 2175-294X - ISSN Edições Impressas 0104-1320

www.ufpe.br/pgletras - www.pgletras.com.br 

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.