Um pequeno olhar sobre a crítica de José Rodrigues de Paiva –— sobre diálogos e permanências

Álisson Alves da Hora

Resumo


Este ensaio se propõe a analisar os caminhos críticos do Professor José Rodrigues de Paiva acerca da obra romanesca de Vergílio Ferreira, sobretudo em seu livro Vergílio Ferreira: Para Sempre, romance síntese e última fronteira de um território ficcional (2007). José Rodrigues realça sempre seu trabalho de interpretação, rechaçando uma abordagem conservadora para poder alcançar a multiplicidade de significados lançada por Vergílio Ferreira, notadamente seu trabalho com a linguagem e suas constantes reflexões sobre a existência e de como a Arte é coparticipante.


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Referências


AGAMBEN, Giorgio. Estâncias –— a palavra e o fantasma na cultura ocidental. Tradução de Selvino José Assman. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2007.

BARBOSA, João Alexandre. “Ensaio de historiografia literária brasileira”. In: Opus60: ensaios de crítica. São Paulo: Duas Cidades, 1980.

______. “Prefácio”. In: A leitura do intervalo: ensaios de crítica. São Paulo: Iluminuras

e Secretaria de Estado da Cultura, 1990.

PAIVA, José Rodrigues de. Vergílio Ferreira: Para sempre, romance-síntese e última fronteira de um território ficcional. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2007.


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Revista Investigações - Linguística e Teoria Literária. Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco.

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