Juan Balboa Boneke
mito, a poesia e o pensamento do exílio
DOI:
https://doi.org/10.51359/2175-294x.2025.266387Palavras-chave:
exilio, poesia, estética literária, Guiné EquatorialResumo
Estudam-se as diferentes etapas configurativas da personalidade poética e humanista do exilado Juan Balboa Boneke. Da sua poética destaca-se, tanto o nascimento de um estilo sóbrio e puro como a singularidade da sua criação derivada da realidade guineense equatorial. O seu humanismo utiliza o que é espanhol para decifrar o que é equatoguineense. Ambos constituem a interioridade do eu, entrelaçam a sua invenção estética e condicionam a visão dos seus leitores. Além disso, desperta as sensibilidades da África de língua espanhola - do Golfo da Guiné a Marrocos - tornando a sua criatividade visível no mapa da "Hispanidade" transatlântica.
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