POLÍTICAS PÚBLICAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO A MUSEUS: DESCENTRALIZANDO INVESTIMENTOS

Albino Oliveira, Silvana Araújo

Resumo


Este artigo foi desenvolvido como trabalho final da Disciplina Espaço e Desenvolvimento, do Mestrado Profissional em Gestão Pública para o Desenvolvimento do Nordeste e busca demonstrar o valor do Patrimônio Cultural como elemento gerador do desenvolvimento econômico. Através da definição de Economia da Cultura e da apresentação de modelos de financiamento público, chama a atenção para os museus como fomentadores da economia. Nesse sentido, faz um levantamento da situação dos museus no Brasil a partir do lançamento da Política Nacional de Museus, no ano de 2003, ressaltando a questão da desigualdade regional dos investimentos na área. Para tanto, tomamos por base os conceitos de economia da cultura desenvolvidos por Florissi e Waldemar (2007). Na relação museus e economia adotamos as afirmativas de Reis (2007; 2010) e os dados levantados pelo Instituo Brasileiro de Museus (2011).


Texto completo:

PDF

Referências


BENHAMOU, Françoise. A economia da cultura. Cotia, São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.

BRASIL. Câmara dos Deputados. Centro de Documentação e Informação. Legislação sobre museus [recurso eletrônico]. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012.

BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto Brasileiro de Museus. Museus em Números. Brasília: Instituto Brasileiro de Museus, 2011.

BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto Brasileiro de Museus. Política Nacional de Museus: relatório de gestão 2003-2010. Brasília: Instituto Brasileiro de Museus, 2010.

BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Política Nacional de Museus: memória e cidadania. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Coordenação de Museus e Artes Plásticas, 2003.

BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Política Nacional de Museus: relatório de gestão 2003-2004. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Departamento de Museus e Centros Culturais, 2005.

BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Política Nacional de Museus: relatório de gestão 2003-2006. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Departamento de Museus e Centros Culturais, 2006.

CALABRE, Lia (org.). Políticas Culturais: reflexões e ações. São Paulo: Itaú Cultural; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2009.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. Cotia, São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.

DIARIO DE PERNAMBUCO, Caderno Cultura. Recife, edição de 27 de setembro de 2009.

FLORISSI, Stefano e WALDEMAR, Felipe Starosta de. Economia da Cultura: uma revisão da literatura. In: VALIATI, Leandro; FLORISSI, Stefano (Org.). Economia da Cultura: Bem estar econômico e evolução cultural. Porto Alegre: EDUFRGS, 2007, p. 11-28.

JORNAL DO COMMERCIO, 2012. Disponível em: . Acesso: 18 dez. 2012.

LEI ROUANET, Regulamentação e incentivo. Disponível em: . Acesso: 17 dez. 2012.

REIS, Ana Carla Fonseca. Economia da cultura e desenvolvimento sustentável: o caleidoscópio da cultura. Barueri, SP: Manole, 2007.

REIS, Ana Carla Fonseca. Museus e Mercados de arte como agentes econômicos: um diálogo entre cultura e economia. In: NASCIMENTO, José do (org.). Economia de Museus. Brasília: MinC/Ibram, 2010.

II SEMINÁRIO PROCULTURA. Cemec - Pólo criativo, São Paulo. Disponível em:

. Acesso: 19 nov. 2012.

UNESCO. Relatório Mundial da Unesco, 2007. Disponível em: . Acesso: 17 dez. 2012.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO: B5; ARQUITETURA, URBANISMO E DESIGN: B5; CIÊNCIAS AMBIENTAIS: B4; EDUCAÇÃO, ENGENHARIAS I: B5; ENSINO: B2; GEOGRAFIA: C; INTERDISCIPLINAR: B3. 

 

Publicação e Apoio:

RMP está indexada em:

Instituições de referência para a RMP: