O égbé do culto aos ancestrais: uma análise histórica das comunidades de bàbá egúngún, o egbé de bàbá oba èrín em Recife e do agbónlá em itaparica e o mundo atlântico entre Recife, Salvador e Lagos no período de 1820 a 1930
Palabras clave:
Análise Histórica. Comércio de Escravos. Egúngún. Mundo AtlânticoResumen
O comércio de escravos trouxe para o Brasil não apenas os cativos, mas a maneira de ser e de viver, seus comportamentos e, principalmente suas crenças. Os negros da tradição yorùbá, originários da Nigéria, conseguiram trazer para o Brasil, além de várias outras expressões religiosas, o culto aos ancestrais, os egúngún. Em ltaparica, o Agbónlá e em Recife o egbé de Bàbá Oba Èrín mantém essa tradição religiosa. Um estudo nessa perspectiva leva-nos a compreender que a construção do universo consensual dos grupos afrorreligiosos passa pelo contexto histórico do povo africano na diáspora brasileira fazendo rearranjos de sua cultura e de sua estrutura social, resultando em uma percepção adequada dessa realidade, admitindo-se a influência civilizatória do negro no Brasil.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2017 Ronnei Prado Lima

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após o processo editorial.