Resistências africanas ao domínio colonial Português: um olhar sobre colonialismo e nacionalismo na Guiné Portuguesa
Mots-clés :
Amílcar Cabral. Colonialismo português. Nacionalismo africano. Resistências africanas.Résumé
Este artigo consiste no esforço teórico de estudar o processo de luta pela independência de Guiné-Bissau que se deu nas décadas de 1960 e 1970. Dessa forma, tentaremos entender como o Amílcar Cabral4, dentro desse contexto das lutas pela libertação das colônias portuguesas no território africano e em meio a uma diversidade cultural indígena, conseguiu constituir um movimento parentemente coeso e lutar por objetivos principais: conquista da independência e construção do Estado-Nação. Desde seus estudos universitários até as lutas dentro do referido partido, podemos ver a constituição e ação daquilo que Gramsci denominou de “intelectual orgânico5”, o qual articula em torno de si forças sociais revolucionárias capazes de gerarem um movimento de transformação social, que busca derrubar o sistema opressivo, antidemocrático e antinacional.
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© Roberto Sousa Cordeiro, Altiere Dias, Luciano Laet 2017

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