Empirical evidence from the muscle dysmorphic disorder inventory in regular gym practitioners

Authors

DOI:

https://doi.org/10.51359/2526-7884.2021.249161

Keywords:

muscular dysmorphia, vigorexia, physical activities.

Abstract

The main goal of this paper is to translate, adapt and validate The Muscle Dysmorphic Disorder Inventory – MDDI in regular practitioners at the gym. The study included 170 subjects between men and women over 18 years old; they answer a questionnaire about sociodemographic data, on physical activity in the gym and about MDDI scale. The questionnaire was applied to participants individually, through an electronic form hosted on google.forms. It was observed that the MDDI presented a factorization similar to the original, with its three factors that interact with each other. Regarding to the convergence and divergence validity, both MDDI, considered a single factor, and its factors (DT = Desire for body size; IA = Appearance Intolerance; CF = Functional Impairment) were related to positive and negative self-esteem; however, correlational scores were higher with the negative selfesteem. It did not only corroborated the MDDI scale and its three-factor, which resemble to the American version and the German version of the same scale, but this construct also has an influence over psychological variables, in this case, the self-esteem. Thus, the scale would be useful in terms of assessing and developing practices with monitoring for exercise health.

References

Armstrong, S. J., & Overton, T.S. (1997). Estimating non-responses bias in mailed surveys. Journal of Marketing Research, 13, 396 – 402.

Associação Americana de Psiquiatria. (2013). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (5 ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.

Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia – ANPEPP. (2000). Contribuições para a discussão das Resoluções CNS n0 196/96 e CFP N0 016/2000. Recuperado em 07 de Agosto de 2012, da: HTTP://www.anpepp.org.br/XIISimposio/Rel_ComissãoEticasobre_Res_CNS_e_CFP.pdf.

Assunção, S. S. M. (2002). Dismorfia muscular. Rev. Bras. Psiquiatr. 24(supl III) 80-4.

Azevedo, A.P., Ferreira, A.C. Da Silva P.P., Caminha, I.O., Freitas, C.M. (2012). Dismorfia muscular: A busca pelo corpo hiper musculoso. Motricidade, 8(1), 53-66.

Branden, N. (2000). Autoestima e seus seis pilares. 6ª ed. São Paulo: Saraiva.

Cohen, R. J., Swerdlik, M. E., & Sturman, E. D. (2014). Testagem e avaliação psicológica: introdução a testes e medidas (8a ed). Porto Alegre, RS: AMGH.

Conselho Nacional de Saúde – CNS (2012). Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos. Recuperado em 07 de Agosto de 2012, da http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_96.htm

Dancey, C. P., & Reidy, J. (2006). Estatística sem matemática para psicologia. Porto Alegre: Artmed.

Debord, Guy. (1997). A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto,

Faul F., Erdfelder E., & Buchner A., Lang A.-G. (2009). Statistical power analyses using G*Power 3.1: tests for correlation and regression analyses. Behavior Research Methods, 41, 1149-1160

Figueiredo Filho, D., & Silva Junior, J. (2010). Desvendando os Mistérios do Coeficiente de Correlação de Pearson (r). Revista Política Hoje, 18(1). Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/politicahoje/article/view/3852

Filho, C. A. A. C. (2000) O discurso do profissional de ginástica de academia no Rio de Janeiro. Movimento, ano VI, n. 12.

Forbes, G. B., Jung, J., Vaamonde, J. D., Omar, A., Paris, L., & Formiga, N. S. (2012). Body dissatisfaction and disordered eating in three cultures: Argentina, Brazil, and the U.S. Sex Roles, 66(9-10),677-694. doi: 10.1007/ s11199-011-0105-3

Formiga, N., Fleury, L. F. O., Fandiño, A. M., & Souza, M. A., (2016). Evidência Empírica de uma medida da Anomia Organizacional em trabalhadores brasileiros. Revista de Psicologia, 18(1), 43-59.

Fortes, L. de S., Paes, S. Tavares, R. Júnior, Dilson Borges, A., S. de Sousa, & Ferreira, M. E. C. (2017). Busca pela muscularidade, humor e transtornos alimentares em atletas do sexo masculino. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 23(1), 37-41. https://dx.doi.org/10.1590/1517-869220172301136184.

Giacomoni, C. H. (2002). Bem-estar subjetivo infantil: conceito de felicidade e construção de instrumentos para avaliação. Tese de Doutorado Não-Publicada, Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Gonçalves, A. S. (2014). Corpos modidificados ao extremo: O eu, o outro e a sociedade. Tese (Doutorado). Universidade de Brasília, UNB.

Hildebrandt T, Alfano L, Langenbucher JW. (2010). Body image disturbance in 1000 male appearance and performance enhancing drug users. Journal of Psychiatric Research, 44, 841–846. https://doi.org/10.1016/j. jpsychires.2010.01.001

Hutz, C. (2000). Adaptação brasileira da Escala de Autoestima de Rosenberg. Curso de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Mimeo

Jesus, R. S.; Lopes, D. P.; Andrade, F. J.; Albieri, G. A. R.; Almeida, G. A.; Rocha, T. A. B. (2016). A influência dos padrões de beleza impostos pela mídia. Universidade São Judas Tadeu. São Paulo. Disponível em: conicsemesp.org.br/anais/files/2016/trabalho-1000022371.pdf.

Kelloway, E. K. (1998). Using LISREL for structural equation modeling: A researcher's guide. Sage.

Ledesma, R. D. & Valero-Mora, P. (2007). Determining the number of factors to retain in EFA: An easy-to-use computer program for carrying out parallel analysis. Practical Assessment, Research and Evaluation, 12(1), 1–11.

Lipovetsky, G. (1989). O Império do Efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras.

Lipovetsky, Gilles (2007). A felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras.

Marques, F. A., Legal, E., J., & Höfelmann, D. A. (2012). Insatisfação corporal e transtornos mentais comuns em adolescentes. Revista Paulista de Pediatria, 30(4), 553-561. https://doi.org/10.1590/S0103-05822012000400014

Mendes, M. I. B. S., & Nóbrega, T. P. (2004). Corpo, natureza e cultura: contribuições para a educação. Revista Brasileira de Educação, (27), 125-137. https://doi.org/10.1590/S1413-24782004000300009

Miles, J., & Shevlin, M. (2001). Applying regression & correlation. A guide for students and researchers. London: Sage Publications.

Miot H. A. (2017). Avaliação da normalidade dos dados em estudos clínicos e experimentais. Jornal vascular brasileiro, 16(2), 88–91. doi:10.1590/1677-5449.041117

Moré, C., et al. (2008) Psicologia, saúde e trabalho: A ética na escuta psicológica: Atendimento inicial e a fila de espera. In: PLONER, KS., et al., org. Ética e paradigmas na psicologia social [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais. p. 253-272. ISBN: 978-85- 99662-85-4. Available from SciELO Books.

Motter, A. M., Almeida, S. & Bellini, M. (2017). Incidência de vigorexia em praticantes de musculação. Do corpo: ciência e artes, 7(1), 117-127. Disponível em: http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/docorpo/article/view/5958/3200

Nascimento, D. C., Tibana R. A., Ferreira, G. M., & Prestes, J. (2014) Testes de normalidade em análises estatísticas: uma orientação para praticantes em ciências da saúde e atividade física. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, 14(2), 73-77.

Neumark-Sztainer D., Paxton, S. J., Hannan, P. J., Haines, J., & Story, M. (2006). Does body satisfaction matter? Five-year longitudinal associations between body satisfaction and health behaviors in adolescent females and males. Journal Adolescent Health, 39, 244-51.

Olivardia, R. (2001). Mirror, Mirror on the Wall, Who's the Largest of Them All? The Features and Phenomenology of Muscle Dysmorphia. Harvard Review of Psychiatry, 9(5), 254-259. Doi: https://doi.org/10.1080/hrp.9.5.254.259

Petroski, E. L., Pelegrini, A., Glaner , M. F. (2012) Motivos e prevalência de insatisfação com a imagem corporal em adolescentes. Núcleo de Pesquisa em Cineantropometria e Desempenho Humano, Programa de Pós-graduação em Educação Física, Centro de Desportos, Universidade Federal de Santa Catarina.

Podsakoff, P. M., MacKenzie, S. B., Lee, J-Y, & Podsakoff, N. P. (2003). Common method biases in behavioral research: a critical review of the literature and recommended remedies. Journal of Applied Psychology, 88(5), 879-903.

Pope, H.G., Gruber, A.J., Choi, P., Olivardia, R., Phillips, K.A. (1997). Muscle dysmorphia: an underrecognized form of body dysmorphic disorder. Psychosomatics, 38, 548–57.

Rosenberg, M. (1965). Society and the adolescent self-image. Princeton: PrincetonUniversity Press.

Rosenberg, M. (1973). La autoimagen del adolescente y la sociedad. Buenos Aires: Paidos. (Obra original publicada 1965).

Santos, A. R. M. Silva. Silva, E. A. P. C., Moura, P. V., et al. (2013) A busca pela beleza corporal na feminilidade e masculinidade. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 21(2), 135-142.

Schlundt, D. G., Woodford, H., & Brownlee, A. (2000). Muscle dysmorphia in male weightlifters: Psychological characteristics and practices. Unpublished manuscrip

Severiano, M. de F. V. Rêgo, Montefusco, M. O. do, & Real, É. V. (2010). O corpo idealizado de consumo: paradoxos da hipermodernidade. Revista Mal Estar e Subjetividade, 10(1), 137-165. Recuperado em 13 de julho de 2020, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482010000100007&lng=pt&tlng=pt.

Tabachnick, B. G., & Fidell, L. S. (2001). Using multivariate statistics. Needham Heights, MA: Allyn & Bacon.

Tolentino, T. M., Maia, M. de F. de M., Formiga, N. S., Sousa, B. V. de O., & Melo, G. F. (2016). Modelagem estrutural fatorial e consistência interna da escala de autoestima de Rosenberg em adolescentes brasileiros. Revista de Psicologia, 6(2), 40-49. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/2580

Utiyama, A. H. B. (2011). Vigorexia: conceitos e problematização. Universidade Estadual Paulista. Rio Claro. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/.../utiyama_ahb_tcc_rcla.pdf?...1

Vasconcelos, J. E. L. (2013). Vigorexia: quando a busca por um corpo musculoso se torna patológica. Revista de Educação Física- UNIFAFIBE, São Paulo, 91-97.

Wade, T. J. (2000). Evolutionary Theory and Self-Perception: Sex Differences in Body Esteem Predictors of Self-Perceived Physical and Sexual Attractiveness and Self-Esteem. International Journal of Psychology, 35, 36-45. http://dx.doi.org/10.1080/002075900399501.

Zeeck, A., Welter, V., Alatas, H., Hildebrandt, T., Lahmann, C., & Hartmann, A. (2018). Muscle Dysmorphic Disorder Inventory (MDDI): Validation of a German version with a focus on gender. PLoS ONE, 13(11), Article e0207535. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0207535

Published

2021-09-11