Perfil constritutivo das fortificações portuguesas da capitania de Pernambuco após 1654: Após a capitulação holandesa
DOI:
https://doi.org/10.20891/clio.V35N1p105-142Palavras-chave:
Fortificações, século XVII, PernambucoResumo
A pesquisa da qual se origina este artigo, o último de uma série de três dos quais dois já se publicaram aqui na Revista Clio Arqueológica, integra um trabalho abrangente que estudou as fortificações construídas na Capitania de Pernambuco entre os séculos XVI e XVII. Este texto abarca especificamente a terceira fase, ou seja, o perfil construtivo de fortificações da antiga Capitania de Pernambuco da segunda metade do século XVII, período após a capitulação holandesa, em 1654. A análise das estruturas das quatro fortificações remanescentes desse período, (Forte de Santa Cruz de Itamaracá - 1654, Forte do Brum - 1654, Forte São Tiago da Cinco Pontas – 1684 e Forte Santo Inácio de Loyola de Tamandaré 1654), revelaram que essas construções foram influenciadas por modelos descritos em tratados de fortificação europeus da época. A pesquisa ainda expôs que houve adaptações à realidade de material, mão de obra, recursos e uma postura colonizadora que impôs restrições e adaptações a partir dos modelos europeus. Identificar essas transformações foi o objetivo principal.
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