QUANDO E COMO DEVEMOS INTRODUZIR A DIVISÃO NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL? CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

Sandra Magina, Aparecido dos Santos, Vera Merlini

Resumo


Este artigo objetiva apresentar e discutir as estratégias empregadas por estudantes das séries iniciais do Ensino Fundamental e seus desempenhos na resolução de situações de divisão. Trata-se de um estudo descritivo analítico, desenvolvido a partir das idéias teóricas de Vergnaud (1990; 1998) de Campo Conceitual, mais especificamente das Estruturas Multiplicativas. O estudo é parte integrante do projeto de pesquisa “(re)significar as estruturas multiplicativas a partir da formação ‘ação-reflexão-planejamento-ação’ do professor”, financiado pelo CNPq e desenvolvido por pesquisadores do grupo de pesquisa “REPARE em EdMat – Reflexão, Planejamento, Ação, Reflexão em Educação Matemática”. Ele consistiu da aplicação de um teste em 349 estudantes do Ensino Fundamental, de uma Escola Pública de São Paulo, assima distribuídos: 80 estudantes da 1ª série, 86 da 2ª, 94 da 3ª e 89 da 4ª série. O teste foi composto por 13 questões todas envolvendo situações da estrutura multiplicativa. A aplicação ocorreu simultaneamente em toda a escola, ficando cada professora responsável pela condução de sua turma, com a supervisão de três pesquisadores. Neste artigo será apresentado o resultado de 3 questões envolvendo situação de divisão, sendo uma partitiva e duas de quotitiva (envolvendo coleção e não-coleção). As variáveis “uso de recurso pictórico” e “uso de recurso numérico” na resolução foram analisadas. A análise também permitiu a identificação de quatro níveis de estratégias de resolução associadas ao raciocínio multiplicativo.

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v1i1.2186

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